Pangeia

31 de Julho, 2005

Foto: Pedro Cavaco

O Gandalf Por: Pedro Cavaco 31 de Julho, 2005 - 14:18

Este é o meu novo amigo, chama-se Gandalf e é tão querido, foi me dado pelo meu amorzinho, ele é um grande maluco isso sem dúvida que é. O Gandalf! O Gandalf


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31 de Julho, 2005 - 14:18

29 de Julho, 2005

Foto: Pedro Cavaco

Ainda sobre o programa Rátio Por: Pedro Cavaco 29 de Julho, 2005 - 20:06

Perdoem a bacorada é que durante a entrevista disse que podiamos ter um computador só ao preço de máquina ao usarmos software open source é mentira porque nem todo o software open source é grátis (a maior parte é, mas nem todo) mas o freesoftware sim, não foi por falta de informação mas sim por nervosismo, perdoem os lesados pela falha.


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29 de Julho, 2005 - 20:06

Foto: Pedro Cavaco

Rátio na EcoFm Por: Pedro Cavaco 29 de Julho, 2005 - 01:32

Bem fui estive ontem à noite na EcoFm (Alcochete) a dar uma entrevista com o Nuno Machado da Rato, falamos um pouco sobre o Adamastor e Linux claro num modelo muito “liberal” e descontraido, a palavra Fedora é que não queria sair, enfim para quem quizer ouvir os meus gagejares é hoje das 20 às 21 na 104.8. Claro que falei do Firefox, Thunderbird e do OpenOffice e mal da Microsoft pois claro. Já agora à malta da Rato, são uns bacanos, continuem…


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29 de Julho, 2005 - 01:32

28 de Julho, 2005

Foto: Pedro Cavaco

Como se costuma dizer, vou bater um joginho Por: Pedro Cavaco 28 de Julho, 2005 - 14:21

Acho que vou jogar um bocadinho de Starcraft Broodwar, até que não é mau pensado um Nexus.


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28 de Julho, 2005 - 14:21

27 de Julho, 2005

Foto: Pedro Cavaco

Firefox chega aos 75,000,000 Por: Pedro Cavaco 27 de Julho, 2005 - 11:36

O Firefox chegou hoje aos 75 milhões de downloads, podia ser mais, mas a minha namorada e os meus amigos tendem mesmo a não querem usar Firefox, preferem andar com o IE que já não é actualizado à mais de dois anos, sim porque aquelas coisas que a microsoft mete no windows update para o explorer não são actualizações, são correcções. Já nem falo do Thunderbird, mas é sem dúvida um bom dia o de hoje, parabéns a quem se identifica nesta causa, só pelo sim pelo não deixo aqui a ligação para sacarem o Firefox em Português, é só clicar aqui.


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27 de Julho, 2005 - 11:36

Foto: Pedro Cavaco

O maravilhoso mundo do cereal Por: Pedro Cavaco 27 de Julho, 2005 - 11:09

O que podemos encontrar nas quando passeamos no Feira Nova… Já tens um Kit de Tony? Então não percas esta oportunidade de seres um verdadeiro Tony…..


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27 de Julho, 2005 - 11:09

24 de Julho, 2005

Foto: Miguel Reis

8 Femmes (2002) Por: Miguel Reis 24 de Julho, 2005 - 11:25



Estamos nos anos 60 algures em França, o Inverno faz-se sentir e o Natal espreita. Num enorme chalé, oito mulheres acabam por se reunir sobre o mesmo tecto para celebrar a quadra. Uma tempestade de neve deixa-as isoladas, mas o pior dá-se quando o homem lá da casa aparece assasinado e que a responsável só pode ser uma delas.

Com tons de "musical" e um ambiente de comédia negra, "8 Femmes" é um divertido exercício de estilo que cruza géneros tão diversos como a sátira social ou o policial "à lá" Agatha Christie. Com as cores fortes e cada cena cuidadosamente cuidada, o realizador francês François Ozon consegue dar a esta adaptação teatral a sua pretendida e assumida artificialidade, essencial para perceber o espiríto da narrativa.

Mas o grande triufo de Ozon é, sem dúvida, o poderio, experiência e reconhecimento do elenco com que trabalhou. Contar no mesmo trabalho com nomes como Catherine Deneuve, Isabelle Huppert ou Ludivine Sagnier, deu uma enorme segurança e reputação ao filme. A forma hábil como Ozon soube reunir e gerir um conjunto de talentos tão fortes como os destas oito actrizes, foi realmente, notável. Todas conseguem brilhar, sem nenhuma se sobressair.

Atraente, caloroso e divertido q.b. "8 Mulheres" é um entretenimento de enorme apelo, pela sua promissora premissa, que seduz tanto os cinéfilos mais militantes como os espectadores vulgares, que dificilmente irão conseguir resistir à atmosfera jubilatória desta pérola do moderno cinema francês.

.: 8/10 :.

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24 de Julho, 2005 - 11:25

19 de Julho, 2005

Foto: Miguel Reis

Attack of the 50 Ft. Woman (1993) Por: Miguel Reis 19 de Julho, 2005 - 23:10



Passado nos anos 50, Darryl Hannah interpreta Nancy Archer, uma mulher traída pelo marido várias vezes e constantemente abusada pelo pai, e que nada consegue fazer para mudar esse seu estilo de vida. Até o dia que vai dar uma volta ao deserto, depois de apanhar o marido com outra e encontra um OVNI. Ao contar aos seus conhecidos lá na terreola onde morava, todos a julgam maluca e a colocam também de parte. Irritada e chateada, Nancy volta ao "local do crime" e encontra o mesmo objecto voador não identificado, que, desta vez, a transforma numa mulher com cinquenta (50!) pés (não, não sei quantos metros dá, mas ela era grande "pa caraças", num bom português).

Poderosa e assustadora, volta para "massacrar" todos aqueles que a usavam, em especial o marido. Aventura aqui, desgraça ali, remorso além e paixão reacendida acolá, "Attack of the 50 Ft. Woman" não passa de um dos filmes mais irrealistas, irritantes e patéticos já feitos. Se o original já tinha sido meio-fracasso, segundo reza a critíca, este remake é completamente absurdo. Mesmo assim, a partir do momento em que pela primeira vez passou pelas televisões norte-americanas, este "Attack of the 50 Ft. Woman" tornou-se globalmente conhecido com o filme que marca o poder das mulheres no mundo e nas sociedades actuais. Ok, "whatever", coisas de americanos.

E para apoiar e confirmar este fenómeno propagandista femenino que se criou à volta deste filme, basta dizer que sempre que se fala de Darryl Hannah, a associamos a este filme, Blade Runner e mais recentemente, Kill Bill. Comparem a qualidade dos três, e tirem as vossas conclusões. Ou seja, se não forem mulheres, se não tiverem nenhuma tara sexual com alemãs de dois metros ou simplesmente não forem masoquistas, coloquem-se bem longe de "Attack of the 50 Ft. Woman". Bem longe...

.: 1/10 :.

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19 de Julho, 2005 - 23:10

12 de Julho, 2005

Foto: Miguel Reis

Control (2004) Por: Miguel Reis 12 de Julho, 2005 - 01:02



Lee Ray Oliver (Ray Liotta) é um brutal assassino que é condenado à morte por injecção letal. Enquanto o médico da prisão declara a hora da morte, é lhe dada secretamente uma segunda oportunidade de viver mediante uma condição: submeter-se a um tratamento experimental e ultra secreto desenvolvido por uma grande empresa farmacêutica que curará os seus instintos assassinos. O inventor desta nova droga, Anagress, é o Dr. Michael Copeland (Willem Dafoe) que vai supervisionar a transformação do violento e criminoso Lee Ray, num ser humano normal que dará o seu contributo para sociedade, ou pelo menos, assim se espera. Lee Ray, apesar de relutante, aceita participar nesta experiência e é lhe dada uma outra identidade e uma nova vida onde acaba por conhecer Teresa (Michelle Rodriguez). Mas alguns condenados não merecem ser reabilitados...

Antes de tudo, devo avisar que este filme foi uma surpresa total para mim. Olhei para a minha lista de notas na barra lateral, vi que precisava de umas criticas negativas e decidi arriscar neste "Control", que além de uma premissa um pouco "à le Nikita", tinha no seu elenco dois actores, que por melhor que sejam, não os consigo suportar: Willem Dafoe e Ray Liotta, eternos vilões. A juntar a isto, tinhamos ainda um orçamento baixo e um realizador de séries. "Ok, é desta que meto mais um para fazer companhia ao Kubrick lá em baixo!" pensei eu. Bem, pensei mal!

A história, que inicialmente nos poderia parecer vocacionada para a acção, ou drama sobre redenção, vai-nos transportando para um thriller com os obrigatórios twists. É este aspecto que eu não esperava e que cedeu a este filme a capacidade de nos conseguir prender e surpreender, até ao final. Mas nem tudo são rosas. A tentativa de moralização dos personagens, sobretudo de Lee Ray, tentando justificar o seu comportamento num trauma do passado, é simplesmente a forma mais simples e chlichética de “justificar” qualquer assassino. E isso poderia ter arruinado por completo o filme, tal como eu, de início, desejei.

Mas, mesmo assim, o resultado final sem ser particularmente inovador, acaba por ser satisfatório. Recomendável a apreciadores de filmes de baixo orçamento, mal filmados, ou simplesmente a admiradores dos dois personagens principais. Não, não pensem que fiquei a gostar deles. Era o que mais faltava, ter a Michelle Rodriguez no filme, finalmente com um papel mais feminino e ter apreciado fosse o que fosse do sexo oposto ao desta.

.: 7/10 :.

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12 de Julho, 2005 - 01:02

9 de Julho, 2005

Foto: Miguel Reis

Madagascar (2005) Por: Miguel Reis 9 de Julho, 2005 - 23:51



"Madagascar" conta a história de um conjunto de animais residentes no Zoo de Nova Iorque que decidem abandonar o mesmo e procurar o mundo livre, apesar de serem as estrelas lá do sitío e terem tudo o que desejam. Há um leão (voz de Ben Stiller), uma zebra (voz de Chris Rock), uma girafa (voz de David Schwimmer) e uma hipopótama (voz de Jada Pinkett Smith). No meio de muitas confusões, originadas por uns maléficos e psicóticos pinguins, divertidissímos e que só pecam por aparecer poucas vezes, acabam por ir parar abandonados a Madagascar. Habituados ao cativeiro desde sempre, os quatro animais vão enfrentar diversas dificuldades no mundo em liberdade.

"Madagascar" não é original, não é moralista e não é feito, como a maioria dos mais recentes filmes de animação, a piscar o olho aos mais "velhotes", com piadas sexuais ou, digamos, menos infantis. "Madagascar" é assim, puro divertimento para os mais jovens. E por isso, desilude um pouco, todos aqueles que o foram ver a pensar em grandes clássicos da Disney, que tanto serviam para os mais novos como para os avós. Algos que poucos notaram, e que eu gostei, foi a ausência do habitual "vilão". Alguém se lembra de outros filmes infantis, sem vilões? É raro, e muitos clássicos viveram à custa desse aspecto. "O Rei Leão", "Os Três Porquinhos", "Cinderela", "A Bela e o Monstro" , "Bambi"... enfim, ficaria aquia noite toda.

Só que "Madagascar" não consegue pensar em algo que substituisse esse vilão e limita-se a entreter com várias peripécias os mais novos. E assim, sabe a pouco e não fica na memória. Pois é, será que ao fim de tantas décadas, o cinema animado começa a ficar sem ideias e a viver cada vez mais do computador do que da história e da moral? Não percam os próximos episódios, que nós também não.

.: 5/10 :.

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9 de Julho, 2005 - 23:51

3 de Julho, 2005

Foto: Miguel Reis

24 - Terceira Temporada Por: Miguel Reis 3 de Julho, 2005 - 13:14



"24" não é apenas uma das mais inovadoras séries da última década, mas também a mais enigmática, imprevisível e cativante a passar actualmente nas televisões de todo o mundo. Com a sua acção a decorrer em tempo real, a série ganha uma intensidade enorme. Se a isso juntarmos um elenco de luxo e argumentos absolutamente electrificantes, é impossível resistir a "24".

Nesta critíca não vou falar da história, do argumento ou especificar nada. Isso seria estragar qualquer surpresa presente na série. Cada episódio daria para fazer uma critíca alongada. E, meus amigos, se querem ver 24, não podem mesmo perder nenhum episódio, pois arriscariam-se a perder o fio à meada. Tal como nas temporadas anteriores, cada episódio traz novos desenvolvimentos, twists, traições e muito mais. Acabar de ver um episódio, é querer ver outro logo de seguida.

Mesmo assim, e apesar de a temporada rodar em torno do mesmo assunto (ataque terrorista com um vírus mortal no território americano), podemos dividir esta temporada em duas partes, ou seja, dois vilões principais. O primeiro, Salazar (o "nosso" Joaquim de Almeida, que está para o seu personagem como o Brad Pitt para a Angelina Jolie, ou seja, numa mistura de agressividade, sexualidade e talento com o seu papel) que era o líder de uma extensa rede de drogas e que foi traído uns meses antes pelo "infiltrado" Jack Bauer. O segundo é Saunders, um ex-agente inglês traído numa missão uns anos antes pelo governo americano, que o deixou para trás e que estava tomado como morto. Mais pormenores, é favor comprarem o pack de DVD's que não tarda nada vai sair em Portugal, e que vêm recheadinho de extras. Não vos quero estragar qualquer twist ou surpresa na série, pois esse é o espiríto e o que captiva nesta "24".

Em comparação com as duas anteriores temporadas, também criticadas pelo blog, posso-vos dizer, que na minha opinião pessoal, ainda não foi desta que bateram o nível da primeira temporada. De qualquer maneira supera a vistas largas a segunda temporada. Se a primeira levou 10 e a segunda 9, digamos que esta fica num 9,4. De resto, basta dizer que esta terceira temporada ganhou o Globo de Ouro de melhor série dramática do ano e o Globo de melhor actor, obviamente premiando, pela segunda vez (a primeira havia sido aquando da primeira temporada), Kiefer Sutherland.

Contudo, não passa da minha opinião. Em qualquer fórum de "24", podem encontrar quem tenha preferido a segunda, quem tenha preferido a terceira, ou tal como eu, a primeira. Difícil é encontrarem alguém que não tenha gostado de nenhuma. Mesmo que não seja obrigatório visionar as anteriores temporadas, é recomendado. Só assim conseguem perceber toda a complexidade de emoções e comportamentos que afecta os principais personagens.

Aconteça o que acontecer, "24" ficará para sempre como um marco de viragem na história da televisão. E os fãs, que descansem. A quarta temporada está já a ser transmitida nos Estados Unidos e a quinta já está em fase de produção. E surgem ainda rumores que o filme estará a ser preparado. Desta ideia já não gostei eu...


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3 de Julho, 2005 - 13:14