Andava eu a pensar, bem isto tá na moda festejar os anos que vêm ai e de facto tem muita lógica. Repare-se o tempo é relativo, portanto quando digo boas entras para 2006, sucintamente quero dizer algo como,“meu caro amigo boas relatividades para ti” Portanto a todos vós que 2006 seja ainda mais relativo para vocês, seja um ano bom ou mau, pulem e gritem é talvez o único momento do ano que “obrigatoriamente” tem que ser de alegria por momentos, por isso aproveitem. Não sou a astrologo, mas prevejo que o facto de lua roda em cima da terra, este ano terá grande influências nas marés do planeta Terra. Ia mais longe mas sinceramente, tudo bom para vocês em 2006, são os meus votos.
30 de Dezembro, 2005 - 21:27
Fonte SIC
29 de Dezembro, 2005 - 05:58
Fonte http://www.universohq.com/
29 de Dezembro, 2005 - 05:54
Bom...
Estava já eu deitadito na minha caminha em Évora, quando dou por um abanão na minha cama! Isto eram por volta das 4:30 da noite.
Alarmado com a situação decidi investigar!
Não é que as 5:00 da noite quando estava a navegar no site do instituto de meterologia senti a secretária do computador a abanar-se toda e o rato a fugir-me da mão?!
Nisto vejo que houve um sismo em Mora com a Magnitude de 4.4Que, pelo que pude ver, deverá ter sido um dos maiores em Portugal (desde á muito...).
Enfim, gostei da experiencia... mas foi um termendo cagaço!
29 de Dezembro, 2005 - 05:27
... rever
Kim Basinger em
9 and 1/2 Weeks
... ficar surpreendido com a estreia no cinema do mestre televisivo
J.J. Abrams (
Lost, Alias) com o seu
M:I-3

... nem sequer ouvir falar de um possível trabalho de
Uwe Boll

... e, finalmente, tomar conhecimento que
Jessica Alba vai participar em
Sin Titty e
Fantastic Foursome
... ah, e se possível, poder rejubilar com mais um momento destes
Um feliz e próspero 2006 são os votos do CN. Mais uma vez, votos simples, um bocado apaneleirados mas verdadeiramente sinceros. E que nunca vos faltem
gaijas! Não meninas, desta vez não me esqueci de vocês, que nunca vos faltem
gaijos (de preferência giros e jeitosos como nós, malta que frequenta aqui o blogue)!
28 de Dezembro, 2005 - 22:53
28 de Dezembro, 2005 - 18:37
Problema grave é o da deslocalização de empresas estrangeiras. Nessa matéria, o presidente pode ajudar?
Há uma coisa que pode ser feita em Portugal, que eu sei que já foi feita noutros países. Podia existir um responsável do Governo que fizesse a lista de todas as empresas estrangeiras em Portugal e, de vez em quando, fosse falar com cada uma delas para tentar indagar sobre problemas com que se deparam e para antecipar algum desejo dessas empresas se irem embora, para assim o Governo tentar ajudá-las a inverter essas motivações. Tem de ser um acompanhamento com algum pormenor que deveria ser feito por um secretário de Estado especialmente dedicado a essa tarefa.
Vai propor isso ao Governo?Já o estou a propor aqui.
Fonte: Jornal de Notícias
“Conheço países que têm um membro do governo ou um director-geral que acompanha com uma certa regularidade a situação dessas empresas estrangeiras para antecipar problemas, (…) mas longe de mim sugerir qualquer secretário de Estado porque isso é uma competência exclusiva do primeiro-ministro”, afirmou hoje Cavaco Silva…
Fonte: PortugalDiário
28 de Dezembro, 2005 - 16:48
Bem é só mesmo para dizer que “já bomba” a versão do 2.0 do WordPress, está realmente agradável. Tive nos habituais “hacks” que me dão uma porrada de trabalho, mas valeu sem dúvida a pena. Agora com um novo ano pela frente e com a plataforma actualizada só resta mesmo ser um bom blogue, bem era só mesmo para avisar.
27 de Dezembro, 2005 - 23:08

Este foi um ano fraquinho em termos de grandes obras, quando comparado com o ano transacto. Talvez por minha culpa, - não vi metade do que vi o ano passado - talvez por culpa das datas de lançamento dos supostamente melhores filmes do ano, devido aos óscares da Academia. Como tal, ainda estou para ver King Kong, Brokeback Mountain, Capote, Walk the Line entre muitos outros. Mas dos que vi, não restam dúvidas...
Sin City é mesmo o filme do ano! Que venham muitos mais.
27 de Dezembro, 2005 - 15:51

Porque normalmente os pormenores mais especifícos do cinema são esquecidos neste tipo de galardões, o CN decidiu entregar uma "resma" de Globos de Prata a uma quantidade consideravel de categorias, nunca antes vistas nos Globos de Ouro ou nos Óscares da Academia. Elas são:
Melhor Personagem: Marv (Mickey Rourke), em Sin City
Melhor Gargalhada: Cena final do casal Smith no psicólogo, em Mr. and Mrs. Smith
Melhor Luta: Marv vs Kevin, em Sin City
Melhor Susto: Cena da camera de filmar nas grutas, em The Descent
Melhor Tagline: “Hell wants him. Heaven won't take him. Earth needs him”, em Constantine
Melhor "É bem feito!!!": Morte da irritante "pop-star" Paris Hilton, em House of Wax
Melhor Quote: “I'm an English teacher, not fucking Tomb Raider.” por Alex Reid, em The Descent
Melhor Poster: Sin CityMelhor Regresso: Mickey Rourke, em Sin City
& Aquela
música do "I like to move it move it", em Madagascar
26 de Dezembro, 2005 - 12:17
Vi no jornal da noite, que os portugueses preferem telemóveis aos postais, mas será isto verdade? É certo que somos um povo prático, adepto em parte do consumo tecnológico, o que se enquadra muito bem (e onde me incluo) com o nosso jeito, meio que preguiçoso (no bom sentido obviamente). Queria com isto chegar ao facto de que talvez não gostemos mais de uma msg (sms) do que um postal, penso que não seja o único a preferir receber um postal (algo físico e dedicado), do que uma msg, que é feita em igual para toda a lista de contactos da pessoa que me a enviou… a variante do facto está sim no preço, uma msg de telemóvel custa e pondo em redondo, 10 cêntimos, enquanto que um postal custa em média pelo menos 1 euro. Talvez esta, não seja uma notícia animadora como a fazem, mas sim algo com um alerta embutido de que sejamos reais, existe crise, embora os tempos também mudem.
25 de Dezembro, 2005 - 22:57

Não podia deixar de vir aqui ao meu espaço desejar um Feliz Natal a todos aqueles que por aqui passam….
Que tenham muitas prendinhas, que o Pai Natal seja generoso!
Muita Paz , Alegria e Amor!
Beijinhos Grandes * * * *
25 de Dezembro, 2005 - 15:28

Até dia 30 de Dezembro, o CN vai premiar os melhores de 2005 com a entrega dos nossos "Globos de Prata". As categorias são mais do que muitas e os vencedores dependem única e exclusivamente da minha opinião. Mai nada! Ah, é verdade, não existem categorias masculinas!
Assim sendo, aqui vão os resultados da categoria
"Melhor Actriz de 2005"Quinto Lugar - Shauna MacDonald, pela sua interpretação no claustrofóbico "The Descent".Quarto Lugar -
Eva Longoria, por ter sido a única das "Desperate Housewives" que não foi nomeada para os Emmy's. É que aqui o CN não gosta nada de injustiças... e logo com a mais jeitosa delas todas!
Terceiro Lugar -
Evangeline Lilly, seja pela sua beleza e misteriosidade em "Lost", seja por ser o mais perto de Kate Beckinsale que vimos este ano.
Segundo Lugar -
Rachel McAdams, por ter sido a actriz que mais se afirmou no presente ano. De desconhecida a estrela galáctica, bastaram apenas quatro filmes, três dos quais de 2005. "Wedding Crashers", "Red Eye" e "The Family Stone" tornaram Rachel numa das mais concorridas actrizes dos próximos anos. E ainda por cima é a cara chapada da Jennifer Garner!
Primeiro Lugar -
Angelina Jolie. Olhem para a menina no seu único filme de 2005, "Mr. and Mrs. Smith" e confessem lá que não se babaram que nem São Bernardos. Mas acima de tudo, esta estatueta de prata vai para o seu papel de solidariedade activa com os países pobres. Porque usar o seu "dom" em favor dos mais desfavorecidos é que a torna um grande ser humano. Bem, ser sadomasoquista sexual também ajudou na atribuição do galardão.
25 de Dezembro, 2005 - 02:40
São estes os meus votos sinceros a todos vós que me aturam e que por aqui passam. Espero que recebam muitas prendinhas, muita alegria e amor, sempre..
24 de Dezembro, 2005 - 23:05

Desejo…
…desejo…
Desejo algo, mas não é um Moncherri,
Não sei o que desejar,
porque AMOR não vai faltar!
por isso SORRI!
Assim desejo,
que no meio de tanta coisa má,
tenhamos um Natal em paz,
pois essa fase ruim passará,
pois existe um rapaz!
Jesus menino,
que nasceu em Belém,
por isso está tudo bem!
Mas o Natal não é trocar prendas e tal,
fazer-se de bom e tal,
é sim, deixar a porta aberta para que esteja mal,
dar-lhe por uma vez que seja algo que não teve, Natal!
Então Bom Natal!
Ano Novo Também!
Que seja assim, aqui e por além!
Cautela na estrada, pode ser fatal!
Quando abrires a tua prenda pensa naquelas que não podem ter aquilo que tens, a tua vida, os teus amigos, os teus estudos, o teu dinheiro, a tua felicidade!
Pois o Natal é quando o Homem quer!
Ou deveria de ser assim..
24 de Dezembro, 2005 - 17:18
O Natal, aquela época alimentada de sonhos, amor e alegria, o Natal é em magia.
24 de Dezembro, 2005 - 15:14
Depois da grande e esperada divulgação na comunicação social foi hoje celebrada a cerimónia de entrega dos prémios Nozes. Para este evento foram deslocadas cerca milhares de pessoas em todo o mundo entra as quais eu, formando assim um jurí de alto critério e selecção. Sendo esta a primeira edição deste “clássico”, foram escolhidas 4 nogueiras. Sem mais empate para coisas lamechas ficam então anunciados os vencedores, aqueles que tiveram em casca:
Nogueira “O blogue em que cliquei mais”:
O Jumento
Nogueira “Dá um jeitão para o dia seguinte”:
Meteo
Nogueira “o grande compositor do ano”:
David Arkenstone
Nogueira “melhor serie em dvd mas com 30 e tal anos”:
Cosmos
Parabéns a todos os que estiveram em concurso.
23 de Dezembro, 2005 - 21:32

Porque é sempre nas "supostas" férias que fico sem tempo nenhum para fazer seja o que fôr, fica aqui um artigo excelentemente bem pensado e escrito que encontrei no
Clarice Had a Little Lamb sobre a minha série de eleição deste ano que agora termina (ok, calma, ainda vou a meio da
Lost)."O fenómeno à séria vai ser quando descobrirmos que a maior parte das trintonas já nem consegue olhar para a personagem e lembrar-se da vida que leva. Vai antes vivendo a vida de acordo com o que espera que a sua personagem faça. O role playing para domésticas. Dificilmente uma Senhora Dona Almerinda desta vida se interessava em ser um híbrido humano dragão com poderes para congelar o espaço, mas se a proposta for uma senhora suburbana, contentada e higiénica nos seus afazeres, a coisa já pega. E pega porque elas são tão engraçadinhas, tão elegantes e tão infelizes. E a tristeza fica sempre melhor com rímel. Quando já se ganhou as solteiras com o Sexo e a Cidade, importa ganhar as casadas e as mal casadas e as adulteras e as cornudas e as desgraçadas e as atarefadas e as "coça-me aí q'eu não chego". Elas são para tudo. Para romance, humor, mistério, drama. Elas são até para acção. Logo nos primeiros episódios um dos murros mais hilariantes: Ele chega a casa brinca com os três fedelhos from hell e manda-os jogar futebol para o relvado (retirado dos flinstones). Depois diz-lhe que tem saudades e leva-a para o quarto (retirado de Arlequim & Julia). Ela diz-lhe: "vais ter que usar preservativo", ele responde: "Não. Arriscamos!" e logo ali Zás - retirado sabe-se se lá donde, ou de um episódio do sr. Chuck Norris (que vai dar ao mesmo) - um murro nos queixos de fazer dobrar para rir. É que esta parte também conta. E muito. Esta pequena independência é um "agarra a dona-de-casa". É assim que se perpétua o mito da super mulher, com estas séries onde elas conseguem cuidar de si, dos filhos, da casa, dos trabalhos e até se defendem quando já se torna abuso. Esta é a parte mais importante porque anda tudo à procura de um exemplo a seguir e elas dão esse exemplo com as suas vidinhas mais-ou-menos misturadas com as tramas da morte misteriosa da Mary (retirado de Ficheiros Secretos ou mr. Lynch).
Ainda é capaz de ser cedo demais para dizer se o fenómeno nos toca como tocou a Laura Bush, porque bem vistas as coisas um T1 na Venda Nova ou uma vivenda ajardinada nos subúrbios de classe dos E.U.A. ainda têm algumas diferenças. De qualquer forma podemos já escolher (e até nos vendem t-shirts) qual das donas de casa queremos ser. Primeiro temos a Mary Alice, que é quem nos conta todas as histórias a partir do seu cantinho no além. Excluída a suicida (Mão Morta ponham os olhos nesta frase refrão) ficamos com a Susan (Teri Hatcher), que é divorciada e mãe solteira, que tem uma vontade indomável de encontrar alguém, nem que seja para depois fazer dele pano e poder esfregá-lo na cara do ex-marido, mas sempre com muita doçura.Temos ainda, e sem querer ofender, a mulher esfregona, Lynette (Felicity Huffman), a mãe dos três estarolas que largou uma carreira de sucesso para poder comprar fraldas e gomas à grande. Há também a arrepiante Bree (Maria Cross). Esta é do género barata porque se ambas sobrevivem a ataques nucleares, esta tem a vantagem de só precisar de um espanador e um bocadinho de blush para se recompor. Ainda temos uma ex-modelo, Gabrielle, que tem "todas as coisas que sempre quis" e percebe que "nunca quis as coisas certas". Esta é a melhor prova de que a produção da série é bem cuidada, é exactamente este o tipo de frase que eu sempre espero ouvir da boca de um qualquer modelo nacional. Encaixa-se. Depois, para fechar o pacote, a Edie (Nicollette Sheridan) a tipa que, volta não volta, arca com as culpas, nem que seja pela cor do cabelo.Obviamente esta soap aditiva é da autoria da senhora... Marc Cherry. Ok. A senhora autora é um homem. Mas ninguém disse que só um dos géneros era capaz de deslindar os desafios coquetes das stay at home women. O facto de ser um homem a escrever o guião até vem sublinhar a eventualidade verídica dos episódios. Afinal de contas alguém as deixou desesperadas. Ele deve saber quem."Por Diana Martins Moreira, em Clarice had a Little Lamb.
23 de Dezembro, 2005 - 00:15
Na minha opinião, dentro de muito pouco tempo, as pessoas irão aprender rapidamente o significado disto, não por moda como habitualmente, mas sim por necessidade. Sejamos francos, só teremos a ganhar em sermos tecnologicamente cultos e avançados para perceber até que ponto a nossa privacidade poder ser mantida, não é o GnuPG o salvador desta mentalidade, mas é sem dúvida um passo em grande. Faltam 2 dias para o Natal e amanha é dia de trabalho, portanto vou ver mais um episódio do Cosmos, grande Carl Sagan, muito muito à frente…..
22 de Dezembro, 2005 - 21:52
Perante uma cultura maior na nossa sociedade, hoje trago um pouco de história aos meus textos, venho desta forma explicar o que é O Corolário de Roosevelt, para muitos será desconhecido, talvez para outros não tanto. Gostava ainda de sublinhar ao contrário do que se possa querer fazer entender, que não tenho nada contra o modo de vida e cultura americana, simplesmente desprezo e mostro repudio, perante todas as guerras e intervenções militares que têm trazido ao mundo moderno, são portanto, farinha do mesmo saco, de todos os grandes chefes militares, o que engloba Hitler a titulo de exemplo. Não aceito qualquer justificação para um país se denominar autoridade global, pois o mundo é uma união de vária culturas que se repelem em costumes inversos e se completam em união de causa, uma causa chamada Terra, uma única sociedade com varias cores e feitios e essa é talvez uma das maiores “dadivas”, a diversidade. Defendo um principio, que embora muitos lhe apliquem nomes alternativos, mas que se chama equilíbrio, uma sustentabilidade de respeito e cooperação num mundo de mil e uma maneiras.
Fica portanto o ponto inicial, Corolário de Roosevelt retirado da revista História Nº58, dedicada às intervenções militares dos EUA, vale bem a pena a leitura, no entanto passo portanto a citar, o que e bem gostava de destacar:
No princípio do século XX, à Doutrina Monroe foi acrescentado o chamado “Corolário de Roosevelt”. Tratou-se de um principio enunciado pelo Presidente norte-americano Theodore Roosevelt, segundo o qual os Estados Unidos teriam o direito de intervir nos assuntos internos dos vários países do hemisfério ocidental, desde que os desenvolvimentos políticos, sociais e económicos nesses mesmo países pusessem em causa o interesse nacional dos Estados Unidos
Estávamos em 1904, portanto um século passou, acho que devemos reflectir…
20 de Dezembro, 2005 - 23:45