A regionalização está de novo na ordem do dia. No Dolo Eventual, o
Pedro Santos Cardoso
faz uma
pequena apologia
da dita, invocando argumentos que passam pela coordenação supra-municipal e pela descentralização de competências. Tem toda a razão. A regionalização pode ser considerada como a reestruturação da entidade Portugal em pequenas unidades estratégicas de negócio. Unidades mais pequenas e próximas da população. Mais conscientes dos seus problemas e com um teórico menor tempo de reacção e actuação. O princípio da subsidariedade em todo o seu esplendor.
Porém, um pequeno pormenor faz-me vacilar. Gosto de pensar que este pormenor é um sinal de altruísmo. Porém, bem lá no fundo, admito que é mais um preconceito ideológico do que outra coisa. A questão é que com o mapa actual teremos a região do Alentejo (que engloba boa parte do distrito de Setúbal) ainda mais pintada de vermelho...
Eu sei que o povo é quem mais ordena (sem ironia) e se o povo escolher para seu governante um dirigente comunista então comunistas deverão ser as políticas.
Mas também não posso deixar de olhar para toda esta região e pensar na quantidade de miséria que em 30 anos aqui foi criada por essas forças. Se no Alentejo profundo o mal pode vir de muitos outros factores, já a península de Setubal e o litoral alentejano são casos reais de claro desastre esquerdista. E o novo sistema, ao dar mais poder aos governantes das regiões, poderá criar mais obstáculos ao desenvolvimento, destruindo os potenciais benefícios da medida.
Este pormenor faz-me vacilar. Porém, certamente não será o suficiente para me impedir de, caso seja chamado a decidir, decidir-me pelo sim.
31 de Março, 2006 - 22:15
"É injusto tratar todos por igual"
Teixeira dos Santos, a propósito da Função Pública
31 de Março, 2006 - 20:10
E quando a vida te sorrir, sorri-lhe de volta, porque nunca se sabes até quando dura.
31 de Março, 2006 - 19:57
Yellow
You're yellow, the color of joy and energy — two things you definitely bring to everyone around you. It's hard for anyone to be sad or lonely in your presence; your sunny disposition and cheery outlook just won't allow it. The warmth of your personality shines through in the kindness you show friends and family (and strangers, too). Always ready with a lighthearted joke or heartfelt compliment, you know how to make people feel good about themselves, so they can't get enough of you. Yellow is a warm and inviting color for a warm and inviting person — you!
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Mais um engraçado
teste
(15 perguntas) para descobrir a cor da nossa personalidade. Como habitualmente, aguardo pelos resultados nos comentários.
30 de Março, 2006 - 21:59
30 de Março, 2006 - 21:55
Hoje o meu metro da manhã era composto por 3 carruagens
azul-tmn
e 3 carruagens
vermelho-
Vodafone
.
30 de Março, 2006 - 21:47
Eu peço desculpa pela falta de material escrito, mas não tenho tido tempo para nada. Os melhores cumprimentos a todos os visitantes, e obrigado por não desistirem.
30 de Março, 2006 - 21:39
"Parece-me um bocado propagandex, à Socratex, mas se for verdadex, então é bonzex"Declarações de Ribeiro e Castro sobre o Simplex--------------------------------------------------
Compreende-se que a oposição, especialmente a de direita e nomeadamente o CDS, ande com dificuldades. O que não se compreende é que face a um programa que tem sido percebido como altamente benéfico para a sociedade e para os empresários, Ribeiro e Castro use uma expressão como esta. Não credibiliza o autor nem o seu partido. Não credibiliza a oposição nem a política. Embora no seguimento desta tirada humorística tenha referido que "se as medidas forem para executar é obviamente positivo", o que fica na opinião pública é a gritante falta de capacidade construtiva do presidente do CDS. O que passa é uma política de terra queimada. Um criticar por criticar, mesmo quando as medidas anunciadas são claramente positivas. É verdade que o efeito mediático criado pelo Governo primou pela excessiva espectacularidade. Porém, nenhum político digno desse nome menospreza o poder da comunicação. Mais do que actuar, é preciso mostrar que se está a actuar. E, tanto numa coisa como noutra, Sócrates tem mostrado virtudes.
29 de Março, 2006 - 20:53
O texto
Juventudes Partidárias: uma mais valia,
publicado hoje no Notícias do Barreiro, já está no Torre degli Angeli. Para a história fica que esta crónica é a primeira publicada no formato papel.
29 de Março, 2006 - 20:52
Os resultados do primeiro
Opinião Livre
não podiam ser mais claros. A esmagadora maioria dos leitores votantes escolheram uma das duas primeiras opções de resposta. O que significa que a mudança de estilo d'O Telescópio foi apreciada.
Assim sendo, tenho mais um motivo para continuar na mesma linha. Mais um. Porque eu próprio, embora antes reticente com este espírito mais aberto, também votaria numa dessas opções. Parece então que estamos mais ou menos de acordo.
29 de Março, 2006 - 20:49
29 de Março, 2006 - 12:32
28 de Março, 2006 - 19:44

A minha actual leitura chama-se Freakonomics, e tirando o meu grande último pressuposto que dá pelo nome de, falta de tempo, é uma leitura de onde espero concerteza uma boa opinião. Estreia também já esta quinta-feira e é de não perder, o filme, A idade do Gelo 2, também com a chegada do fim do mês esta deve ser sem dúvida uma semana cheia de estreias culturais e económicas, perceba-se… aproveito também para anûnciar que desde que a hora mudou, ainda só alterei um dos meus relógios, o despertador e os automáticos…
28 de Março, 2006 - 01:02
27 de Março, 2006 - 20:44
Diz o caro
Jota
que "
quem é bom não tem de se preocupar porque para esses haverá sempre emprego. O chato é que nem todos nasceram para ser bons
".
Para responder e dar o tema como encerrado (já vou no quarto post), uma "pequena" história:
O Henrique e o António José saíram agora da escola e querem ir para o mercado de trabalho. Não interessa se saíram da Faculdade ou do 12º ano. Querem ir para o mercado de trabalho e pronto. O Henrique, inteligente e estudioso, consegue apresentar-se diante de uma empresa com uma melhor carta de recomendações que o António José. Este último, embora teoricamente menos qualificado, é um tipo mais metódico e que se adapta melhor ao trabalho de gabinete, enquanto o Henrique é mais homem de campo.
Uma empresa precisa de alguém para ambos os cargos mas a economia está estagnada. As expectativas são baixas e a contratação de um jovem envolve riscos inerentes à falta de experiência e baixas expectativas de performance. Além disso, ainda torna a empresa refém de um salário mínimo, de descontos de 23.75% para a segurança social e do compromisso de manter o jovem na empresa durante um determinado periodo de tempo.
A empresa só abre então uma vaga: para o lugar administrativo. Os dois jovens concorrem e o Henrique é o escolhido. Porém, rapidamente se desilude, assim como o seu novo chefe. O Henrique passa o dia entre quatro paredes a olhar lá para fora e o chefe do Henrique desespera de cada vez que um relatório de progresso não é entregue a horas. Ambos percebem que fizeram uma má escolha mas o contrato é rígido. Não há possibilidade de ajustamentos que beneficiem ambos.
Com um periodo de experiência mais alargado, duas coisas podiam acontecer.
1) A empresa abria não uma mas duas vagas. Dado que a qualquer momento, por via de uma fraca adequação empregado-empregador, a empresa pode despedir o funcionário, está mais disposta a arriscar e a procurar mais trabalho.
2) A empresa até podia abrir na mesma só uma das vagas mas rapidamente o Henrique era despedido e, provavelmente, contratar-se-ia o menos bom António José ou outro alguém que estivesse desempregado. O Henrique passaria de novo a ser um desempregado friccional, isto é, à procura de um emprego que melhor se adequasse às suas pretensões e capacidades.
A definição de bom e mau é algo muito vago. Talvez fosse melhor distinguir os mais aptos dos menos aptos para determinada função. Com a hipótese (realista) de que o menos apto aqui poderá ser o mais apto ali E aqui o CPE, assim como quaisquer outras medidas liberalizadoras do mercado de trabalho, é uma mais valia.
27 de Março, 2006 - 20:19
Estou de volta depois de um fim de semana espectacular. Não fui, ao contrário do que algumas pessoas pensam, meditar. O termo competências pessoas referia-se a uma pequena formação para monitores de campos de férias. Brevemente, com sorte, alguns posts sobre o assunto. Porque valeu mesmo a pena.
27 de Março, 2006 - 20:03
Este vosso escriba vai passar o fim de semana fora, num sítio ermo (Óbidos). Com o objectivo de aumentar as competências pessoais. Infelizmente, não deverá haver nenhum computador a partir do qual possa partilhar os seus pensamentos. Para compensar, deixo-vos uma nova pergunta, também actual, sobre a temática das novas tecnologias. Inté.
25 de Março, 2006 - 00:11
"Ai elas vão de joelhos até Fátima? Pois tu vais até Santiago de Compostela!"
"De joelhos?"
"Não! Temos cá meninas? Vais deitada de costas!!"
Ao seu nível, na RTP.
25 de Março, 2006 - 00:00
Hoje fiquei a saber que para o ano estou licenciado em Gestão. Posso depois optar por ficar mais um ano e meio e sair já mestre, se tudo correr bem. Como sou dos apanhados na transição, existirão certas excepções e tratamentos especiais que não se vão repetir mais tarde.
Não sei (ainda) se é bom ou se é mau, mas acredito nas instituições. Principalmente se se dão pelo nome de Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.
23 de Março, 2006 - 21:38
23 de Março, 2006 - 21:35