Quarter Final (agenda)


Riquelme vs Ballack


Shevchenko vs Buffon


Riquelme vs Ballack


Shevchenko vs Buffon
Joe Pesci no lugar de Tom Hanks em Forrest Gump
Ainda não está confirmado mas é cada vez mais provável que seja o próprio Harry Potter uma das (duas) baixas no sétimo e último livro da saga de J.K. Rowling. Segundo a autora, "a price has to be paid, we are dealing with pure evil here".
É da moda falar dos "erros" americanos, particularmente no Iraque e no Afeganistão. Como é evidente, terá havido "erros" no sentido em que sempre há erros quando se adopta um determinado curso político. Mais interessante é como, nesta perspectiva, os europeus ou as agências internacionais favoritas dos europeus (em especial a ONU) nunca cometem erros. É óbvio que quando não se faz nada também não se cometem erros.
Mas talvez se possa dizer qualquer coisa sobre outro tipo de "erros", nomeadamente os resultantes da inacção e da ineficácia. Vale a pena recordar alguns deles. Desde logo, o fracasso das negociações iranianas (...) o namoro com o "povo palestiniano", ultimamente entretido em lançar-se numa situação de pré-guerra civil. Sem esquecer a ineficácia da ONU no Ruanda, no Congo, no Darfur ou em Timor. Ou a sua corrupção, como no escândalo do programa "Petróleo por Comida". Para não mencionar outros casos que ocorreram bem dentro da Europa, como a Bósnia ou o Kosovo, onde sistematicamente foi necessário à última da hora chamar os americanos para se encontrar uma solução, por mais imperfeita que fosse.

e já se pode partir a loiça toda em português : http://eu.accoona.com/pt/



Os "campeões nacionais" promovidos pelo Estado costumam ser justificados politicamente com argumentos de "concorrência internacional". Ou contestados porque promovem "concentração" nos mercados nacionais. Mas se os "campeões nacionais" são promovidos pelo Estado, não existe verdadeira Concorrência.
Portugal tem o seu terceiro caso de ‘serial killer’. Depois do Zé Borrego e do Estripador de Lisboa, haverá agora o caso de um homem, acima de toda a suspeita (...) autarca, benfiquista e bom chefe de família.
Vem da História este hábito de portugueses, por si próprios ou instigados pelo poder, se arrogarem o direito de definir os critérios do bem e do mal, dos bons e dos maus costumes, da sã moral e da depravação, de julgar os outros e de, julgando, aplicarem a sua lei pelas próprias mãos.
O Zé Borrego matava homossexuais e o Estripador de Lisboa assassinava prostitutas. A confirmarem-se as suspeitas da Polícia, o novo ‘serial killer’ português será, como os anteriores, um moralista, um “dono da moral e dos bons costumes”.
“A busca incessante pela informação, cada vez mais detalhada e aglomerada, criou necessidades e preocupações a que as tecnologias (na década de 90) não poderiam responder. Esta pressão obrigou ao seu desenvolvimento acelerado, e como consequência evoluíram também termos (comunicações para telecomunicações) e tecnologias como o acesso à internet, o aparecimento e rápida massificação dos telemóveis, e em pleno século XXI com o desenvolvimento da computação móvel e das novas tecnologias “nómadas” (que incluem gadgets[1] como laptops, palms, telemóveis), o que está em voga é a fase da computação ubíqua[2] , pervasiva e senciente[3] , com o foco na mobilidade.
Esta abertura disponibilizada pela junção de todos estes meios, internet, telefones, telemóveis, alargou os horizontes de todos as empresas organizações e entidades e de repente assistiu-se a uma explosão de transferência de informação (ex BBS), hoje em dia, a necessidade a necessidade de informação actualizada quase em tempo real é um factor crucial para o desempenho de empresas de topo e multinacionais, factor que só pode ser suportado por tecnologias e sistemas de informação, que conseguem retirar dados transforma-los, trata-los e disponibiliza-los de grandes bases de dados (ie, imagine-se a base de dados do Modelo e Continente juntas, só num dia).
Da mesma forma, há muitos dados pela internet, que só uma análise hábil e filtragem de conteúdos podem transformar meros dados em informação. Aos dois processos acima descritos é dado o nome de KD - Knowledge Discovery, um processo que permite transformar meros dados em conhecimento. Mesmo que este seja em pequena escala, é uma base para o sucesso.
As principais consequências da globalização são a integração e a interdependência econômica cada vez maiores entre países, regiões e continentes. Hoje a economia mundial está “nas mãos” das grandes multinacionais de empresas transnacionais. Outro efeito da globalização é o aumento da concorrência entre empresas em nível nacional e internacional.
Por fim, auto-estradas da informação que são representadas na realidade por redes e pela internet são um paralelo da Globalização, permitindo ás referências comunicar e transaccionar informação e conhecimento, que deve ser protegido, regulamentado e tratado pela legislação.”