Pangeia

31 de Janeiro, 2008

Foto: Red Tuxer

Just Debian… Por: Red Tuxer 31 de Janeiro, 2008 - 22:42


Não podia deixar escapar esta... :)

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31 de Janeiro, 2008 - 22:42

Foto: Red Tuxer

Tugas de parabéns!! Por: Red Tuxer 31 de Janeiro, 2008 - 19:49

Nas minhas leituras, houve um artigo na Linux Format sobre um programa áudio que me chamou a atenção. Tratava-se do Qtractor, um sequenciador multi-pistas áudio/MIDI, e que de similar ao Traktor DJ do windows nada tem! Com este programa pode-se criar, editar dados de MIDI e áudio, para além de ter suporte a Jack e mais uma miríade de coisas. Só para terem ideia da coisa, eis o screenshot que está disponível na sua homepage:


Grande parte de todos aqueles botões e funções, eu nem consigo imaginar para que servem, mas parece não faltar nada :)
Percorrendo a homepage do Qtractor, encontro o nome do criador do projecto lá bem no fundo. Um tal de Rui Nuno Capela. Ups! Tuga?? E não é que é mesmo português!!

Resumindo, temos aqui um programa opensource todo virado para profissionais do áudio, feito por um tuga, e que por acaso é referido e elogiado numa revista de Linux líder de vendas na Grã-Bretanha e que é distribuída por todo o mundo. Meus parabéns ao Nuno!

Entretanto na última edição da mesma revista, eis que está um artigo sobre uma distro de nome Vixta. Não vos diz nada esta distro? Será sorte ou realmente há competência neste pequeno rectângulo à beira mar plantado? E sem apoio do estado, pois este governo parece preferir andar de mão dada com a Microsoft...


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31 de Janeiro, 2008 - 19:49

Foto: Red Tuxer

Ligação caída… Por: Red Tuxer 31 de Janeiro, 2008 - 18:28


Fonte: Tiras do Edi

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31 de Janeiro, 2008 - 18:28

Foto: Miguel Reis

Annie Hall (1977) Por: Miguel Reis 31 de Janeiro, 2008 - 13:08

"I feel that life is divided into the horrible and the miserable. That's the two categories. The horrible are like, I don't know, terminal cases, you know, and blind people, crippled. I don't know how they get through life. It's amazing to me. And the miserable is everyone else. So you should be thankful that you're miserable, because that's very lucky, to be miserable."

"Annie Hall" de Woody Allen é um filme paciente que baseia o seu fluir nos ingénuos mas divertidos e astutos diálogos e monólogos das suas personagens. Estreado num ano onde os blockbusters (como o primeiro "Star Wars" ou "Close Encounters of the Third Kind") predominaram, foi a simplicidade atrevida e irreverente de "Annie Hall" que levou o Óscar de Melhor Filme - Realizador, Argumento e Melhor Actriz Principal também - para casa. Um testemunho claro da sagacidade insaciável de "Annie Hall", onde Alvy Singer, um comediante judeu neurótico e hormonalmente desequilibrado e Annie Hall, uma citadina moderna mas algo imatura, partilham e examinam as suas experiências passadas e presentes.

E como em qualquer história romântica, só uma narrativa única, inteligente e altiva poderia elevar uma obra do género ao estatuto de culto que ainda hoje protege "Annie Hall". Mas mais do que isso, "Annie Hall" foi o filme que marcou a maturação definitiva de Woody Allen como realizador e comediante para o grande público. Isto porque conseguiu pela primeira vez aliar o seu humor característico ao drama e ao romance, em vez das comédias puras que até então protagonizara, como "Slepper", "Bananas" ou "Everything You Always Wanted to Know About Sex * But Were Afraid to Ask". Tudo embrulhado numa obsessão fascinante por Nova Iorque, um humor judeu auto-depreciativo e tendências neuróticas tão sublimes como presunçosas.

Repleto de "one-liners" que ainda hoje servem de referência a uma mão cheia de filmes, de cameos deliciosos como os Jeff Goldblum, Marshall McLuhan, Truman Capote, Paul Simon, a então desconhecida Sigourney Weaver ou Christopher Walken, - que, na minha opinião, faz parte da cena mais hilariante de todo o filme, quando confessa a Alvy Singer que quando conduz, tem vontade de chocar com as luzes que vêm de frente, perante o gozo de Alvy que lhe acena e afirma que gostou muito da conversa mas que agora tem que voltar ao Planeta Terra, só para segundos depois descobrir que é Walken que o vai conduzir a casa - "Annie Hall" é um dos mais raros exemplos de como podem co-existir de forma harmoniosa a comédia, o romance e o drama numa mesma película. Mesmo com uma narração algo confusa que não respeita espaços temporais nem limitações físicas, com moldes de sessão psicanalítica auto-reflexiva. Não fosse o seu final morno, longe da magnificência e da sumptuosidade da restante fita, e este poderia muito bem ser o meu "Allen" favorito. Assim sendo, fica lá perto.


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31 de Janeiro, 2008 - 13:08

30 de Janeiro, 2008

Foto: Bruno Barão

Roma, aí vou eu… Por: Bruno Barão 30 de Janeiro, 2008 - 22:58

nicolaconheceromundo.jpg

  E esse dia chegou! Parto amanhã cedinho para Roma, a Cidade Eterna. :D
  Até para a semana…


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30 de Janeiro, 2008 - 22:58

Foto: Miguel Reis

Bazooka Jones Por: Miguel Reis 30 de Janeiro, 2008 - 21:49


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30 de Janeiro, 2008 - 21:49

Foto: Pedro Cavaco

Roma, a Cidade Eterna! Por: Pedro Cavaco 30 de Janeiro, 2008 - 14:40

Roma
Se o avião não cair e não for atropelado… então até para a semana!!!


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30 de Janeiro, 2008 - 14:40

Foto: Miguel Reis

10 Blogues, 5 Filmes, 1 Realizador - Janeiro de 2008 Por: Miguel Reis 30 de Janeiro, 2008 - 11:52

E para vocês, qual é o vosso favorito de Woody Allen?

N.D.R: A Helena, do blogue "As Imagens Primeiro" decidiu fazer uma pequena pausa na sua actividade blogosférica. Sendo um dos membros fundadores desta rúbrica, o seu espaço continuará reservado até ao seu regresso - que espero, para o bem da blogosfera nacional de cinema, esteja para muito breve.

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30 de Janeiro, 2008 - 11:52

29 de Janeiro, 2008

Foto: Red Tuxer

Artista de mão cheia (de Bics Cristal!) Por: Red Tuxer 29 de Janeiro, 2008 - 21:40

Se é verdade que com apenas esta ferramenta


este rapazinho consegue fazer trabalhos como este:


então temos artista!

Pois é, com apenas as famosas canetas Bic cristal (para uma escrita normal), aqui o Juan Francisco Casas tem feito arte, não deixes de passar pela sua homepage e pela sua galeria de desenhos..

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29 de Janeiro, 2008 - 21:40

Foto: Miguel Reis

Rankings CN: Engates Cinematográficos de Tom Cruise Por: Miguel Reis 29 de Janeiro, 2008 - 18:22

"Resumindo: estamos a falar de um monstro do cinema, de um actor fenomenal com capacidades únicas, que já trabalhou com alguns dos maiores realizadores do cinema mundial, que se aplica em cada projecto com uma devoção e um compromisso de qualidade temática e artística inegáveis e nunca antes vistos, que desfaz a linha negócios/prazer, que possuí uma generosidade acima da média, que já recebeu inúmeros prémios e o devido respeito pela comunidade cinéfila, para além de ser extremamente simpático e correcto com o público (é só relembrar como ele reagiu quando um repórter lhe atirou água à cara numa passadeira vermelha na promoção de Guerra dos Mundos, sem propósito nenhum a não ser querer que Cruise se virasse a ele e ter uma boa história para publicar – saiu-lhe o tiro pela culatra com a resposta brilhante e exemplar do actor). Até aqui, tudo bem. (...) O problema começou com um dia em que Cruise, em 2005, numa visita ao programa da sua amiga Oprah Winfrey, desatou aos pulos no sofá a dizer que estava feliz como nunca, e que amava muito a sua (quase) mulher (Katie Holmes). O mundo inteiro caiu em cima do actor; sim, foi exagerado, sim, ninguém esperava, mas… e então? Eu só pergunto o seguinte: se o homem está feliz e é feliz no seu casamento, se pela primeira vez tem uma filha biológica e olha todos os dias para a sua carreira e se sente realizado, qual é o problema? Eu certamente com a vida, carreira e aspecto deste senhor também teria vontade de dizer ao mundo: Estou feliz. Mas não. Com isto, um actor bestial sem precedentes tornou-se num vagabundo das artes cénicas." por Francisco Silva em Deuxieme.

Quinto Lugar: Cameron Diaz em Vanilla Sky.
Quarto Lugar: Kelly McGillis em Top Gun.


Terceiro Lugar: Michelle Monaghan em M.I:3.
Segundo Lugar: Nicole Kidman em Days of Thunder, Far and Away e Eyes Wide Shut.


Primeiro Lugar: Elisabeth Shue em Cocktail.


Outras Edições: Clive Owen


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29 de Janeiro, 2008 - 18:22

Foto: Red Tuxer

Post venenoso do dia Por: Red Tuxer 29 de Janeiro, 2008 - 18:15

Maternidade Julio Dinis



Maternidade Alfredo da Costa



Maternidade Correia Campos




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29 de Janeiro, 2008 - 18:15

Foto: Pedro Cavaco

Portas de Guantanamo? Por: Pedro Cavaco 29 de Janeiro, 2008 - 13:26

Poderá existir alguma relação neste caso, com o senhor das 61893 fotocópias, o mesmo das medalhas


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29 de Janeiro, 2008 - 13:26

Foto: Pedro Cavaco

Grupo Leya Por: Pedro Cavaco 29 de Janeiro, 2008 - 01:06

Parece que a Leya já tem local na grande rede global.


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29 de Janeiro, 2008 - 01:06

28 de Janeiro, 2008

Foto: Red Tuxer

Aqualung, poderoso áudio player Por: Red Tuxer 28 de Janeiro, 2008 - 21:40

Andando à procura duma alternativa para ouvir um sonzinho aqui no sistema do pinguim, dei de caras com um programa que nunca tinha ouvido falar. Do Banshee, Listen, Amarok, XMMS já todos ouviram falar ou até mesmo experimentar. E o Aqualung? Este player originalmente construído apenas para GNU/Linux, hoje é multi-plataforma pois corre em FreeBSD e OpenBSD e Windows.



Segundo os seus criadores, tem como características

  • a possibilidade de agarrar os CDs de áudio e arrancar-lhes as músicas, convertendo-as para wav, FLAC, Ogg, ou mp3
  • streaming de rádio via internet em mp3 ou Ogg
  • suporte de RSS ou podcasts de áudio, são suportados
  • praticamente todos os formatos sem compressão são suportados
  • FLAC é suportado, para que o Marco não venha com desculpas
  • claro que Ogg Vorbis ou Ogg Speex são suportados
  • ficheiros de áudio MPEG também são suportados
  • ficheiros MOD suportados com alta qualidade
  • Musepack (a.k.a. MPEG Plus) também suportados
  • ficheiros codificados com Monkey's Audio Codec também são suportados
  • muitos outros formatos e codecs também suportados via FFmpeg
  • e, incrível, tanto em mono como em stereo :)
Não chega? Podem consultar o resto das características na sua homepage e podem visualizar alguns screenshots aqui. Garanto que fica a matar num desktop como aquele que o Bruno nos mostrou, ou até mesmo em Windows.


Links: Homepage, downloads (Debian-like é o apt-get do costume)

Já vos disse que também tem skins ou temas?

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28 de Janeiro, 2008 - 21:40

Foto: Miguel Reis

III Globos de Prata CN - Melhor Filme Por: Miguel Reis 28 de Janeiro, 2008 - 17:38


The Fountain

"Um filme tão luminescente como a própria vida. Nas lágrimas de Hugh Jackman reencontro o meu próprio desespero da morte. Não a minha, mas a do meu próximo; alguém que, por egoísmo meu, tento manter presa a mim mesmo, ainda que ela própria já não o deseje." por Tiago Pimentel em Claquete.

"The Fountain é uma viagem sensorial que parte de um intimismo comovente para atingir o êxtase numa representação grandiosa da Morte como Vida. O percurso até lá não é necessariamente perfeito, mas as obras mais marcantes nem sempre rimam com a perfeição. Não é um filme de complexidade, é um filme de fé e determinação. De uma beleza miraculosa e de uma intensidade emocional que o tornam difícil de esquecer." por Tiago Costa em Claquete.

"Extraordinária também, como sempre, essa banda sonora da autoria de Clint Mansell, deixando desta vez de lado os acordes electrónicos e criando um portento que tanto sobrevive com as imagens como longe delas. E depois... depois temos essa entrega fenomenal de Hugh Jackman, completamente imerso na sua personagem, capaz de nos levar às lágrimas e de nos transmitir toda a sensação de impotência que lhe invade a alma com um simples olhar." por Paulo Costa em CinePT.

"Raramente surgem em cinema objectos de uma pura originalidade que acabam por levar a arte a meandros do inalcançável e que, silenciosamente, acabam por revolucionar o meio como o percepcionamos. The Fountain de Darren Aronofksy é uma dessas obras que toca o impossível e proporciona uma autêntica odisseia dos sentidos, o despertar de novas sensações. “Transcendente” é uma palavra demasiado frívola para descrever um filme que não tem precedentes e que nos envolve (ou não, visto tratar-se já num filme de culto algo incompreendido) de uma forma tão imprevisível, tocante e insubordinada. A visão de Aronofsky é tão única quanto complexa e densa e é das experiências mais singulares passíveis de serem vividas pelo cinema." por Nuno Gonçalves em Mulholland Drive.

"The Fountain é um Poema divinamente existencialista, imerso em conjunturas meditativas e contemplativas. Seu sistema de signos articula-se para compor um discurso. Não é fundamental desvendar todas as suas verdades camufladas, mas absorver o máximo da expedição que nos imerge pelos níveis da subconsciência (princípio de qualquer contemplação artística). “The Fountain” é Romance como Revelação e Ficção Científica como Oração. Seu conteúdo é imortal. Mesmo quando os violinos gemem e gritam estridentes num final arrebatadoramente orgásmico, sente-se a pulsação de uma Obra Transcendental que sobreviverá para além de uma sala de Cinema, alojando-se no âmago de quem sorver toda a sua excelência." por Francisco Mendes em Pasmos Filtrados.

Trivialidade: The Fountain sucede a Little Miss Sunshine, vencedor da passada edição dos Globos de Prata CN nesta categoria.

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28 de Janeiro, 2008 - 17:38

Foto: Miguel Reis

Blogue da Semana (XXXVII) Por: Miguel Reis 28 de Janeiro, 2008 - 17:24

URL: http://fightclub77.blogspot.com/

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28 de Janeiro, 2008 - 17:24

27 de Janeiro, 2008

Foto: Red Tuxer

Será Google Deus? Por: Red Tuxer 27 de Janeiro, 2008 - 21:40

A Humanidade não aprende mesmo! Primeiro inventa Deus e por arrasto as várias religiões, sendo todas elas as únicas verdadeiras e todas as outras falsas e hereges. Mataram-se cegamente por elas, para além de praticarem todos os horrores imagináveis e inimagináveis em Seu nome. Por acaso hoje até se comemora o Dia da Libertação dos prisioneiros de Auschiwtz, numa guerra em que seis milhões de Judeus foram mortos por serem... apenas judeus. Agora anda para aí mais uma polémica com a seita dos Cientologistas que foram legalizados em Portugal e cujo objectivo é sacar umas massas aos seus crentes. Ou otários, sob outro ponto de vista mais correto.


Se calhar é para gozar com isto que agora apareceu a Igreja do Google, pois quem apoia esta Igreja não acredita no sobrenatural e acredita piamente que o Google é o que existe de mais parecido com Deus. Aliás, tem até nove provas de que o Google é o verdadeiro Deus:
  1. Google é o que está mais próximo da Omnisciência
  2. Google é Omnipresente
  3. Google responde às tuas preces ou pedidos
  4. Google é potencialmente imortal
  5. Google é potencialmente infinito
  6. Google recorda-se de tudo
  7. Google é Omnibenevolente
  8. Google é mais procurado de que todos os outros termos juntos (Deus, Cristo, Alá, etc)
  9. A evidência da existência do Google é abundante
Podem conferir todas estas provas aqui. Se pensarem em mudar-se de armas e bagagens para o Googlismo, não se esqueçam de que tem de respeitar os seus dez mandamentos!

Se calhar estão a rir-se com esta nova seita ou religião, chamem-lhe o que quiser, mas pensando bem como acham que a Cientologia ou lá que merda é essa nasceu? Quem diz Cientologia pode também dizer uma outra qualquer religião ou seita, pois foram todas inventadas, ou não foram? Qual a diferença?

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27 de Janeiro, 2008 - 21:40

Foto: Red Tuxer

Flyback, versão “Time Machine” da Apple para Linux Por: Red Tuxer 27 de Janeiro, 2008 - 20:00

Alguns membros da comunidade open source já tinham admitido que o Time Machine da Apple era um bom produto e que o GNU/Linux já tinha quase toda a tecnologia necessária para o recriar. Puseram as mãos ao trabalho e criaram o Flyback à imagem do similar da Apple, mas evitando fazer a burrada de que os apple fanboys (ou apple cheerboys) se tem queixado.


Este Flyback é baseado no rsync e cria backups sucessivos das pastas que quiseres salvaguardar, podendo restaurar tudo mais tarde.
Segundo os seus autores, há duas grandes diferenças entre este Flyback e o Time Machine: não existe um mecanismo "inotify" em Linux, de modo que o Flyback irá fazer um scan a toda a estrutura de pastas quando fizer o backup; não há suporte a "hard-linkings" em Linux.

Quem quiser usar este programa, basta fazer o download, descompactar depois o tar.gz com o comando e lançá-lo de seguida:

tar -zxvf flyback_0.4.0.tar.gz
python flyback.py


Ainda lhe falta muito trabalho, mas é de esperar grandes avanços neste Flyback.

Fonte: Linux and Opensource Blog

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27 de Janeiro, 2008 - 20:00

Foto: Red Tuxer

Ultimas estatísticas sobre o Firefox Por: Red Tuxer 27 de Janeiro, 2008 - 17:00

Segundo o Xiti Monitor e baseado na consulta de mais de 112 000 sites, o Firefox tem já 28% do share de navegadores e, na minha opinião ainda mais importante, tem tido uma evolução ascendente e contínua! Eis alguns gráficos recolhidos no site do Xiti Monitor e no Mozilla Links que são bastante esclarecedores:


Nesta imagem é a Mozilla que tem o maior aumento e o IE o único em queda:


Sempre a subir em todo o lado:


Resumindo, Firefox rocks!

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27 de Janeiro, 2008 - 17:00

Foto: Red Tuxer

Recriação do desembarque na Normandia Por: Red Tuxer 27 de Janeiro, 2008 - 15:30

Estilo "Save Private Ryan" mas na versão barata, com apenas 3 tipos ao invés de milhares de figurantes! Ou como qualquer um pode fazer uma super-produção em casa, sem os muitos $ de Hollywood...


Link para ver o filminho completo (4 min)

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27 de Janeiro, 2008 - 15:30