Pangeia

30 de Setembro de 2008

Foto: Miguel Reis

Citação da Semana (XXV) Por: Miguel Reis 30 de Setembro, 2008 - 23:52


"Nunca disse que me mudaria, embora possa ser uma opção, mas viver em Nova Iorque se John McCain se tornar presidente vou temer mais pela segurança da minha família, porque o modo dele de resolver os problemas é incrivelmente estúpida, por isso sinto-me mais segura com Obama".

A convite do Lisbon Village Festival, Susan Sarandon está por estes dias em Portugal para ser homeageada. Na conversa que teve com os jornalistas portugueses, falou quase tanto de política como de cinema. Os democratas agradecem. Lisboa e a organização do festival também.

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30 de Setembro, 2008 - 23:52

29 de Setembro de 2008

Foto: Miguel Reis

Antevisão: Destruir Depois de Ler Por: Miguel Reis 29 de Setembro, 2008 - 23:23


Pelo que o trailer nos oferece, não há dúvidas que Destruir Depois de Ler é a antítese artística do mais recente filme dos conceituados irmãos Coen, "Este País não é para Velhos". Depois da consagração obtida no passado mês de Fevereiro, onde a dupla arrecadou os dois mais importantes galardões da Academia de Hollywood, Ethan e Joel Coen reaproximam-se do estilo descontraído de "O Grande Lebowski" e prometem mais um clássico, naquela que já é uma das carreiras mais impressionantes da Sétima Arte. A premissa da fita recai sobre um disco que contém algumas das informações mais importantes da vida de um agente do CIA, que acaba por ir parar, por descuido da secretária deste, a dois funcionários de um ginásio, que irão fazer tudo e mais alguma coisa para conseguir lucrar com a situação.

Mas o estatuto actual dos Coen é uma faca de dois gumes. A tradição recomenda alguma precaução, já que os irmãos norte-americanos costumam fazer das suas entre sucessos. Filmes como “O Quinteto da Morte” e “Crueldade Intolerável” foram arrasados pela crítica em geral e são exemplos perfeitos do ambiente de suspeição que rodeia, neste momento, “Burn After Reading”. Mas ser “um” Coen tem, dê no que der, as suas inegáveis vantagens: as personagens são sempre muito bem trabalhadas, o enredo inicial costuma deixar a audiência curiosa e os diálogos são, como é imagem de marca da parelha, extremamente inteligentes. E se tivermos em conta que cada personagem foi especialmente pensada de acordo com o actor que a interpreta na fita – uma das maravilhas do guiões originais, cada vez mais rara na indústria -, podemos afirmar com regozijo que “Destruir Depois de Ler” tem todas as condições para ser a mais brilhante comédia dos últimos anos.

Condições que incluem, como é óbvio, o elenco de excepção. À primeira colaboração de Brad Pitt com os Coen – um desejo público de muitos anos do actor -, junta-se um velho cliente da dupla de realizadores: George Clooney. Numa altura em que o próprio alimenta rumores de uma pausa prolongada na sua actividade cinematográfica, este pode muito bem ser o seu último papel durante largos anos. Por enquanto, Clooney não tem mesmo nenhum outro projecto em carteira e por isso queremos acreditar que, sensato como sempre foi no seu percurso, a sua opção pelo filme dos Coen seja a confirmação da chegada de um dos melhores do ano.

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29 de Setembro, 2008 - 23:23

Foto: Pedro Cavaco

4º Temporada de The Unit Por: Pedro Cavaco 29 de Setembro, 2008 - 18:41

The Unit Era uma das séries das quais mais esperava o regresso, juntamente com o Prison Break e o Heroes.
Ontem dia 28, a CBS pôs no ar a 4º temporada do The Unit onde se mantém o genérico de abertura com o Walk The Fire mas onde toda a história promete dar uma reviravolta.

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29 de Setembro, 2008 - 18:41

28 de Setembro de 2008

Foto: Miguel Reis

West Wing rima com Amazon Por: Miguel Reis 28 de Setembro, 2008 - 17:54


Sete temporadas, quarenta e quatro discos, tudo numa caixa. 70% de desconto em relação ao preço normal. Uma descoberta quase por acaso, que não passou despercebida ao cartão de crédito. Fica a sugestão, para quem quiser aproveitá-la. Depois de maratonas de Friends e Seinfeld noite após noite, antes de adormecer, terei nova companhia para as noites frias de Inverno. Mesmo a calhar com as eleições norte-americanas como pano de fundo nos dias que correm.

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28 de Setembro, 2008 - 17:54

Foto: Red Tuxer

Site da hora Por: Red Tuxer 28 de Setembro, 2008 - 11:24




Aqui podes encontrar mais de 1.200.000 manuais de mais de 5.000 marcas! E continua a crescer...

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28 de Setembro, 2008 - 11:24

27 de Setembro de 2008

Foto: Red Tuxer

Full Circle Magazine 17 em download Por: Red Tuxer 27 de Setembro, 2008 - 17:06


Tópicos:
  • Command and Conqueror - Nano & Vim
  • How-to: Programar em C - parte 1, Ligar-se ao IRC, Usar o Gimp - parte 6 & Scan e Converter para PDF
  • Entrevista com Harald Sitter
  • Top 5 de notificadores de email

Link
para fonte e download

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27 de Setembro, 2008 - 17:06

Foto: Miguel Reis

He’s a natural born world-shaker (1925-2008) Por: Miguel Reis 27 de Setembro, 2008 - 16:12


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27 de Setembro, 2008 - 16:12

Foto: Red Tuxer

Queres testar já o Gnome 2.24? Por: Red Tuxer 27 de Setembro, 2008 - 15:56


Saca um Live Demo para VMWare, QUEMU ou Parallels e conhece as novas funcionalidades do novo Gnome 2.24.

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27 de Setembro, 2008 - 15:56

Foto: Pedro Cavaco

SAPO Codebits 2008 Por: Pedro Cavaco 27 de Setembro, 2008 - 01:42

SAPO Codebits 2008 O SAPO Codebits 2008 já tem data marcada, irá acontecer nos dias 13 14 e 15 de Novembro na LX Factory.
O SAPO Codebits é um concurso de programação para a Web, feito para o melhor talento português, não tem regras, promove um ambiente muito informal, descontraído, e tenta criar as condições necessárias para que sobressaia a criatividade e inovação. No ano passado não tive oportunidade de participar no evento, mas este ano espero poder estar por lá.

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27 de Setembro, 2008 - 01:42

26 de Setembro de 2008

Foto: Miguel Reis

Jovens Realizadores: Marc Forster (II/II) Por: Miguel Reis 26 de Setembro, 2008 - 13:27

Sendo um dos nomes mais promissores da nova vaga cinematográfica independente e tendo já provado ser exímio na difícil arte de criar atmosferas sufocantes com poucos recursos, Marc Forster foi convidado para realizar Monster’s Ball, uma obra cujo guião andava à circular à meia década entre vários realizadores de renome, mas que, por uma razão ou por outra – quase todas relacionadas com problemas financeiros do estúdio que detinha os direitos da história -, acabava sempre por ser adiada por problemas alheios à qualidade do argumento. Forster era “mão-de-obra” barata e os baixos cinco milhões de dólares de orçamento apenas pareciam um oásis a alguém tão necessitado de crescer e aparecer no ramo como ele. Com um elenco escolhido a dedo pelos produtores e não por Forster, Monster’s Ball foi, mesmo assim, graças ao talento de Forster e Halle Berry, um dos mais improváveis sucessos entre a crítica de 2001. Crua e inconvencional, a fita valeu à actriz norte-americana de origem africana um Óscar da Academia e a Forster uma nomeação para Melhor Realizador nos Ursos de Ouro de Berlim. De um momento para o outro, a caixa de correio do jovem realizador estava inundada: Forster já podia escolher o que queria e não trabalhar com o que tinha.

O alarido foi imenso, mas Forster não tinha pressa. Com tempo, anunciou que voltaria à ribalta com À Procura da Terra do Nunca, uma fábula baseada na vida J.M.Barrie e nas suas motivações para escrever aquela que, ainda hoje, é uma das personagens mais lidas em todo o mundo: Peter Pan. Com Johnny Depp e Kate Winslet, Finding Neverland é pura magia cinematográfica, salteada com momentos únicos de paixão inocente e imaculada, numa calmaria bela que nunca se transforma em apatia. Poucas dúvidas restavam da aptidão notável de Forster para a sétima arte. Depois vieram Stay – Entre a Vida e a Morte, um thriller psicótico, difícil de recomendar pelo seu estilo narrativo descuidado, quase “Lynchiano”, que oferece muitas soluções mas nenhuma explicação plausível para o que apresenta, e Contado Ninguém Acredita, na minha opinião, a sua obra mais relaxada e conseguida. Com um Will Ferrell afastado do seu registo normal, Forster elabora uma divertida história que envolve a narração inédita e ímpar da vida da personagem principal... na sua própria cabeça, com uma precisão assustadora. Por fim, O Menino de Cabul, adaptação de um best-seller de Khaled Hosseini e considerado por dois dos mais respeitados críticos cinematográficos do mundo – Roger Ebert do Chicago Sun-Times e Jeffrey Lions, da NBC – como um “filme magnífico”, “seguramente um dos melhores da história do cinema”. Para a revista norte-americana TIME, The Kite Runner “permite-nos acreditar que talvez exista justiça no mundo”. E se houver, o próximo James Bond será um blockbuster portentoso. Depois de rejeitar um convite para dirigir uma das sequelas de Harry Potter, Forster não pensou duas vezes quando lhe ofereceram a hipótese de ser ele o responsável por Quantum of Solace. Com um Daniel Craig soberbo no papel do espião mais charmoso do universo e a força de uma prequela surpreendente, não há razões para desconfiar do vigésimo segundo capítulo da saga Bond. Nem mesmo pelo seu estranho título.

N.d.r: Artigo publicado em Setembro na Revista Take.

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26 de Setembro, 2008 - 13:27

25 de Setembro de 2008

Foto: Red Tuxer

Duas imagens, a mesma ideia Por: Red Tuxer 25 de Setembro, 2008 - 23:42

Bill um mês após sair da Microsoft:


Anuncio do Windows:


Nas duas imagens, vejo a mesma coisa: os tipos continuam presos atrás das paredes e limitam-se a olhar pelas janelas.
Software proprietário: dá-te a sensação de seres livre enquanto olhas pelas janelas (windows) mas continuas preso atrás das paredes...

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25 de Setembro, 2008 - 23:42

Foto: Nuno Cardoso

Conferência Design & Sustentabilidade Por: Nuno Cardoso 25 de Setembro, 2008 - 21:03


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25 de Setembro, 2008 - 21:03

Foto: Crimson Tuxer

Blog da hora Por: Crimson Tuxer 25 de Setembro, 2008 - 20:30

News, Tips, and How-Tos for Ubuntu Linux

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25 de Setembro, 2008 - 20:30

Foto: Miguel Reis

Jovens Realizadores: Marc Forster (I/II) Por: Miguel Reis 25 de Setembro, 2008 - 13:13

Marc Forster é um realizador do mundo. E não num mero sentido figurativo, como iremos perceber nas próximas linhas. Nascido na Alemanha, na cidade de Ulm, em Janeiro de 1969, Forster viveu na Suíça até à adolescência e mudou-se para Nova Iorque aos 21 anos, para estudar o que Francis Ford Coppola e o seu Apocalypse Now o inspiraram a aprender, numa das primeiras vezes que foi ao cinema: a arte de criar e mostrar ao mundo os desejos criativos mais selvagens de um ser humano. Exemplo perfeito da ressonância da cultura pop norte-americana, a obra de culto de Coppola era bela e perversa, surreal e autêntica, ópera e Shakespeare. Desta mistura de atributos e significados, um sonho nascia: filmar e realizar ele próprio uma história tão monstruosa como a da guerra do Vietname aos olhos de Coppola.

Alguns anos depois de terminar a licenciatura na Universidade de Nova Iorque, Forster estreou-se no circuito de festivais com Loungers, um filme que contrabalançava estilo e substância e que arrecadou o Grande Prémio do Público no Festival Slamdance, em 1996. Com este cartão de visita, as responsabilidades aumentaram e, ao voltar cinco anos mais tarde com o drama psicológico Everything Put Together, que narrava a história de uma mãe que lutava contra o tormento da perda trágica e inesperada de um filho, Forster sabia que aquela era a hora da verdade: seria ele capaz de se afirmar na indústria e conseguir os indispensáveis apoios financeiros para futuros projectos de maior calibre? Para surpresa da crítica, mas não de todos os que conheciam e trabalhavam com o germano-suiço, a resposta foi positiva. Everything Put Together alcançou uma nomeação para o Grande Prémio do Júri do Festival Independente mais conceituado do planeta: o de Sundance. E Marc Forster a estatueta de “Jovem Promessa”, no “Independent Spirit Awards”. As portas do mundo e de Hollywood estavam abertas aos 31 anos de idade.

N.d.r: Artigo publicado em Setembro na Revista Take.

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25 de Setembro, 2008 - 13:13

Foto: Red Tuxer

Desktop même… Por: Red Tuxer 25 de Setembro, 2008 - 08:11

Meme

Take a screenshot of your desktop right now, don’t change anything, post it on your blog!

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25 de Setembro, 2008 - 08:11

24 de Setembro de 2008

Foto: Red Tuxer

A verdadeira análise ao EeePC Por: Red Tuxer 24 de Setembro, 2008 - 22:45

Aquando do lançamento do EeePC, o que não faltou por essa blogosfera foram as análises ao famoso mini-portátil da Asus. Mas todas ela pecam pela atitude profissional e técnica das ditas análises. Que o brinquedo tem um disco sólido, tem de RAM 512 MB, etc, etc...
Mas para o português comum que vai comprar um computador já para usar este Natal e não vê um boi de informática à frente, o que é que lhe interessa se o EeePC tem um disco sólido ou um disco líquido? Ou se tem de RAM 512 Muita Bons ou apenas 2 Grandes Bons? Ele precisa é que lhe expliquem numa linguagem simples e clara, as vantagens ou desvantagens do produto em questão.
Decidi então entrevistar uma feliz possuidora dum EeePC 701, a Alexandra, que o comprou no próprio dia do lançamento. Ela pouco percebe de informática, apenas usava o computador para navegar, mail e fazer vários trabalhos no Office da Microsoft no seu emprego. Penso que a opinião dela seria valiosa para os consumidores de portáteis ou futuros possuidores dessas ferramentas de trabalho. Eis as perguntas e respostas:


TV- Porque compraste o EeePC e não um outro portátil qualquer? E porque preferiste o que tinha a versão com Linux?
A-A compra do EeePC foi motivada pela reunião de dois factores, primeiro o formato de bolso, que desde logo me agradou, e em segundo lugar o preço acessível, uma agradável surpresa.
No meu PC do Serviço tenho Windows, o qual frequentemente tem anomalias, pelo que recorro constantemente ao Serviço de Informática. Em casa no meu PC, até à cerca de um ano também tinha Windows, bem como vírus e mais vírus, que se traduziam a maior parte das vezes na incerteza da possibilidade de terminar o trabalho que trazia do Serviço, em dúvidas sobre a confidencialidade das consultas, mensagens que escrevia via net, e em uma série de "lixo" que insistentemente teimava em aparecer no écran enquanto eu trabalhava. Aconselhada, por um amigo, a utilizar o Linux, não resisti e desde então terminaram os vírus e as anomalias. Claro está que a opção seria Linux, com a mais valia de se poupar uns euros em relação à versão Windows.


TV- Sentiste dificuldades ao usá-lo logo nas primeiras utilizações, como aceder aos programas, configurá-lo para navegar em casa, usar os programas que ele trazia?
A-Não tive dificuldades, a configuração inicial é automática, foi simples, apenas respondi a algumas questões básicas, para as quais tinha ainda a ajuda de um manual em Português. A utilização dos programas de origem é igualmente fácil e rápida.


TV-Sei que pediste a um técnico expert em Linux e atraente por sinal, o RedTuxer, umas ajudinhas e ele ensinou-te a instalar novos programas, a colocar-te uma barra de tarefas no desktop e pouco mais, após isso tiveste algum problema em usar o EeePC?
A- A aparência do ambiente de trabalho do EeePC é sem dúvida rápida, básica, muito acessível. Esta remete o utilizador para a tarefa que pretende executar. A primeira impressão que tive foi que se tratava de uma ferramenta para crianças, e confesso que questionei a opção que tinha tomado. Os programas estavam todos lá, mas a apresentação não me parecia muito adequada para as minhas reuniões no Serviço. Além do mais estava muito habituada ao ambiente de trabalho “usual”, e aquela apresentação intimidava-me. Nesse sentido recorri novamente aos conselhos do amigo, expert em Linux, e com um simples telefonema se solucionou o problema. Bastou programar e é tão simples, basta colocar umas frases, do género de endereços da net. O segredo está em ter esses endereços, depois é introduzi-los, abrindo a pasta Introduzir Comandos, de resto o PC trata de tudo. Em poucos minutos o meu EeePC tinha um novo visual, muito mais profissional. As alterações não trouxeram problemas no funcionamento do PC.


TV- Quando usavas o teu PC com Windows, sei que após algum tempo ficaste com o PC cheio de viroses e todo atrofiado. Com este EeePC aconteceu-te algo semelhante ou sentes-te mais segura no que respeita a vírus e spyware?
A- Não tive até à data vírus ou outro problema e estou segura da ausência destes.


TV- Que gostavas que o EeePC tivesse mais ou que alterações sugeres que ele tivesse?
A- Para um utilizador com o meu perfil, isto é, que basicamente utiliza o PC para textos, quadros, apresentações e recepção de email, não necessito de mais ferramentas, o EeePC reune-as todas. Talvez mais espaço em memória, mas para isso tenho uma PEN que uso igualmente no PC do Serviço. Pois é..., por mais que me esforce para apresentar uma sugestão, não tenho.


TV- Aconselhas o EeePC com Linux (ou outro mini portátil com Linux como o Acer Aspire One) ao consumidor comum ou a quem pense comprar um mini portátil brevemente?
A- Sim. Se pensa em adquirir um portátil, na verdadeira ascensão da palavra, porquê escolher um plasma de peso? Só se explica se tiver limitações visuais significativas, pois há alternativas, ferramentas competitivas – EeePC, Linux - mais modestas em tamanho e preço. Não faz sentido ter o telemóvel mais pequeno e leve do mercado e o maior e mais pesado PC, num portátil o tamanho conta... E PESA.



Ó meu caro leitor, se pensa em adquirir um PC bevemente, não hesite em exigi-lo com Linux e ficará tão satisfeito como a Alexandra...

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24 de Setembro, 2008 - 22:45

Foto: Miguel Reis

House… de peruca! Por: Miguel Reis 24 de Setembro, 2008 - 17:27


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24 de Setembro, 2008 - 17:27

Foto: Pedro Cavaco

A SIC e o Magalhães Por: Pedro Cavaco 24 de Setembro, 2008 - 02:59

Quando a SIC no Verão passou à hora do Jornal da Noite, imagens de raparigas com bolas de raquetes de praia, entre o seu rabo e a vagina, tive para escrever um artigo estupefacto com decadência a que assistira, mas não o fiz.
Mais tarde quando a SIC usou imagens de um fotógrafo português sem qualquer tipo de autorização ou referência para uma sua reportagem acerca de um Portugal envelhecido, também me indignei, mas mais uma vez acabei por não escrever nada nada.
Quando a SIC pôs semanalmente comentadores a falar daquilo que sabem mas principalmente daquilo que não sabem, ri-me, mas também não me pronunciei.
Quando a SIC pôs a Luciana Abreu a fazer um programa infantil forrado de estrangeirismos, quase nua e sem saber construir frases básicas, achei a coisa triste, mas não me atingia muito.
Já quando a SIC apresentou O Momento da Verdade, onde se vende a alma ao Diabo em troca de uns euros, percebi a sua grande proximidade ao 4º canal, e por isso deixei de a ver. Soube então pela Internet, que SIC falou mal do portátil Magalhães, o mote é “o computador não tem controlo parental”.
O que aconteceu na reportagem da SIC sobre o Magalhães, foi o facto de terem posto um burro a olhar para um palácio. O portátil Magalhães tem obviamente controlo parental, já a SIC, parece ter perdido à muito o controlo do lixo que proporciona todos os dias a este país.
Recomendação de leitura do(s) artigo(s) do Marco do Pedro e do Paulo.

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24 de Setembro, 2008 - 02:59

23 de Setembro de 2008

Foto: Miguel Reis

Pegg e Frost em Tintin? Por: Miguel Reis 23 de Setembro, 2008 - 22:37


"Steven’s smoking a stogy, cap on head, like he’s always been since I was a baby. I shook his hand and chatted about films. He gave me the mo-cap [motion-capture] camera, and I had a play around with it. Then he said: Hey, maybe you and Nick Frost could play the Thompson Twins. In Tintin. A Spielberg movie. To work with him is beyond..." [F]

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23 de Setembro, 2008 - 22:37

Foto: Red Tuxer

Confissão do dia Por: Red Tuxer 23 de Setembro, 2008 - 20:25

Farto-me de dizer mal do windows, mas tenho de confessar que ele até nem é assim tão mau. Geralmente até consegue correr programas para windows melhor que o Wine...

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23 de Setembro, 2008 - 20:25