Pangeia

30 de Abril de 2009

Foto: Miguel Reis

O ménage do génio Por: Miguel Reis 30 de Abril, 2009 - 16:28


Conseguem imaginar Woody Allen, Penélope Cruz e Scarlett Johansson juntos na cama? Ou Allen a ensinar Javier Bardem a ser sexy? Provavelmente não, mas o génio humorístico do realizador nova-iorquino fez isso mesmo, num suposto diário de produção do recente "Vicky Cristina Barcelona". Eis algumas das mais divertidas passagens de um artigo, já com alguns meses, que pode ser lido na integra no New York Times.

APRIL 2
Offered role to Scarlett Johansson. Said before she could accept, script must be approved by her agent, then by her mother, with whom she’s close. Following that it must be approved by her agent’s mother. In middle of negotiation she changed agents - then changed mothers. She’s gifted but can be a handful.

JUNE 15
Work finally under way. Shot a torrid love scene today between Scarlett and Javier. If this were a scant few years ago, I would have played Javier’s part. When I mentioned that to Scarlett, she said, “Uh-huh,” with an enigmatic intonation.

JUNE 20
Barcelona is a marvelous city. Crowds turn out in the streets to watch us work. Mercifully they realize I’ve no time to give autographs, and so they ask only the cast members.

JULY 15
Once again I had to help Javier with the lovemaking scenes. The sequence requires him to grab Penélope Cruz, tear off her clothes and ravish her in the bedroom. Oscar winner that he is, the man still needs me to show him how to play passion. I grabbed Penélope and with one motion tore her clothes off. As fate would have it she had not yet changed into costume, so it was her own expensive dress I mutilated. Undaunted I flung her down before the fireplace and dove on top of her. Minx that she is, she rolled away a split second before I landed causing me to fracture certain key teeth on the tile floor. Fine day’s work, and I should be able to eat solids by August.

AUG. 20
Made love with Scarlett and Penélope simultaneously in an effort to keep them happy. Ménage gave me great idea for the climax of the movie. Rebecca kept pounding on the door, and I finally let her in, but those Spanish beds are too small to handle four, and when she joined, I kept getting bounced to the floor.

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30 de Abril, 2009 - 16:28

Foto: Miguel Reis

Ruah mais perto de Hollywood Por: Miguel Reis 30 de Abril, 2009 - 16:06


Para os mais distraídos, e depois do boom mediático inicial derivado do anúncio da escolha para o elenco, o primeiro episódio de NCIS com a portuguesa Daniela Ruah passou ontem na televisão norte-americana. É o vigésimo segundo da sexta temporada e abre caminho ao esperado spin-off, que contará ainda com Chris O'Connell e LL Cool J.

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30 de Abril, 2009 - 16:06

Foto: Miguel Reis

Só para relembrar Por: Miguel Reis 30 de Abril, 2009 - 15:58


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30 de Abril, 2009 - 15:58

Foto: Red Tuxer

Flash 10 no Ubuntu 9.04 Por: Red Tuxer 30 de Abril, 2009 - 12:43

Ao contrário do meu parceiro Rafael, optei pelo dist-upgrade no Ubuntu para usar o Jaunty Jackalope. E tive alguns problemas, nada de demais nem de complicado. Compliquei ainda mais o upgrade porque troquei de monitor para um bem maior e as configurações do X.org/NVidia deixaram de servir e tive de as reconfigurar. Mas voltando ao upgrade do Ubuntu, o probleminha mais chato foi que o Flash 10 da Adobe recusava-se a funcionar sem razão aparente, mas se usasse o Flash 9 deixava de ter o problema e via os conteúdos em Flash como os do YouTube. Vi que havia pelos fóruns vários problemas com Flashs e placas gráficas Intel entre vários utilizadores do Ubuntu, mas com NVivdias nem por isso.

Deixo aqui um screenshot do problema, mostrando os extras e plugins do Firefox, e o YouTube sem o vídeo:

Flash 10 missing in Ubuntu 9.04

Após instalar e desinstalar Flashs, colocação de links e testar com vários "profiles" e "users", colocação de links, acabei por resolver o problema seguindo a solução 2 do Ubuntu Geek.
Para quem ainda tenha problemas com o Flash no Ubuntu 9.04, verifique se o consegue resolver com esta solução ou uma outras das 4.



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30 de Abril, 2009 - 12:43

Foto: Red Tuxer

Mundo virtual vs mundo real…. Por: Red Tuxer 30 de Abril, 2009 - 07:42



Mais um bom cartoon do Nadaver.com

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30 de Abril, 2009 - 07:42

29 de Abril de 2009

Foto: Miguel Reis

104 maneiras para arruinar de forma hilariante Watchmen Por: Miguel Reis 29 de Abril, 2009 - 22:50

Um passatempo organizado pelo site Gizmodo resultou numa das mais divertidas e originais galerias fotográficas relacionadas com a Sétima Arte de que tenho memória. O tema do concurso diz tudo: 104 maneiras para arruinar de forma hilariante "Watchmen". Seguem-se dois exemplos de montagens lá presentes, mas fica o aviso, em tons de ameaça: a visita ao site é obrigatória.


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29 de Abril, 2009 - 22:50

28 de Abril de 2009

Foto: Miguel Reis

Gran Torino (2008) Por: Miguel Reis 28 de Abril, 2009 - 18:20

Vivemos numa geração cagarolas, onde todos se acostumaram a dizer, “Bem, como é que vamos lidar psicologicamente com esta situação?”. No meu tempo, simplesmente retribuíamos com uns socos ao rufia que nos chateava. Mesmo que fosse mais velho e suficientemente forte para dar cabo de nós, ele respeitava-nos por termos coragem para lutar com ele e deixava-nos em paz dali em diante. Não sei quando é que esta geração cagarolas principiou. Talvez quando as pessoas começaram a pensar em demasia sobre o significado da vida.”. Foi assim, no seu estilo matreiro e fadista, que Clint Eastwood definiu o buraco geracional que existe na genealogia norte-americana. Em “Gran Torino”, um filme cuja premissa modesta e vulgar sobre essas diferenças geracionais – e culturais – é alvo de um majestoso trabalho de humanização e personalização quase autobiográfica da mutação dos valores morais de Eastwood ao longo, não só da sua vida, mas também das suas personagens cinematográficas, sempre desfocadas do retrato das suas diversas épocas, fica provado que tanto o Clint realizador, como o Eastwood actor continuam, quase a chegar à fasquia dos oitenta, no apogeu das suas capacidades.

Tão divertido – o processo de masculinização de Thao é hilariante - como comovente, “Gran Torino” narra uma história que, apesar de não ter como ponto de partida um conto verídico, é certamente adequada à vida de milhões de estrangeirados, um pouco por todo o planeta. Com uma visão atroz, mas de desfecho optimista, a obra mais recente do assumidamente republicano ícone norte-americano pega em Walt Kowalski, um herói medalhado da Guerra da Coreia – guerra violenta e sangrenta que marcou a sua personalidade - que acabou de enviuvar, e cujas bases tradicionais fazem com que olhe desconfiado para uma América que não considera ser a sua. O estilo de vida e o carácter da sua própria família envergonha-o e, solitário num mundo onde parece não ter mais nada a fazer que não esperar pela morte, acaba por entrar numa encruzilhada racial que envolverá todos os valores centrais do seu cinema: a liberdade, a solidão, o envelhecimento, a amizade, a morte, a violência, a amargura, o patriotismo, o choque de culturas, entre tantos outros.

E é num constante jogo de antíteses, que envolve os próprios personagens principais – veja-se o contraste entre o velho carrancudo consciente do seu papel no mundo e o jovem inadaptado à procura de um lugar melhor – que Clint Eastwood afirma uma vez mais o seu refinado estilo de realização, numa verdadeira prosa que usa a luz e a ausência dela como eufemismos, transmitindo de uma forma suave uma realidade desagradável. E é durante a noite, aquela que uma vez classificou como opressiva, que Eastwood nos oferece o seu canto de cisne dramatúrgico. Sem cair nas armadilhas de um final feliz, Clint resume em poucos minutos uma vida enquanto homem e actor, cowboy e justiceiro de rua, num acto de redenção capaz de arrancar uma lágrima ao mais insensível dos espectadores. Numa das mais belas – senão mesmo a mais bela – despedida cinematográfica de um actor, somos ainda presenteados com uma canção sumptuosa interpretada pela voz cansada e inconfundível de Eastwood, que sobre um plano alegórico de uma estrada sem fim, enternece o público e deixa-o a pensar no vazio que fica na sétima Arte agora que um dos seus mais brilhantes defensores e artistas a abandona parcialmente.

Incompreensivelmente esquecido e abandonado pela Academia norte-americana – circulou o rumor que tal se deveu à estreia tardia nos Estados Unidos, algo que nunca foi confirmado pela distribuidora do filme ou pela própria Academia -, “Gran Torino” era um dos favoritos às nomeações por quase toda a imprensa norte-americana. Perdeu esse combate – digo eu que tal deveu-se às questões raciais que o filme levanta - mas tornou-se, talvez também de forma algo inesperada, no filme mais lucrativo da carreira de Clint Eastwood, tendo ultrapassado já os cerca de 140 milhões de dólares apenas na box-office norte-americana. Mais inteligente, dramático, divertido e liberal do que qualquer cinéfilo poderia antever, até pelos antecedentes republicanos de Eastwood, “Gran Torino” é o melhor filme americano desta década, uma das mais contundentes provas de que o cinema, mesmo através de temas repetidos e deteriorados, consegue reinventar-se a si próprio, transformando em magia a mais comum das narrativas. Num estilo contido e recatado, Eastwood orquestra uma obra-prima que será, quando a poeira assentar, certamente considerado um dos mais belos quadros da filmografia do cineasta e da história de Hollywood.


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28 de Abril, 2009 - 18:20

Foto: Miguel Reis

Cartazes: The Taking of Pelham 1 2 3 & Terminator Salvation Por: Miguel Reis 28 de Abril, 2009 - 11:30


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28 de Abril, 2009 - 11:30

27 de Abril de 2009

Foto: Red Tuxer

Resmas de revistas Por: Red Tuxer 27 de Abril, 2009 - 18:45

Ao longo dos anos tenho colecionado revistas sobre informática, aquelas que por isto ou por aquilo foram interessantes. Quase sem me aperceber já são centenas de PC Masters, PC Manuais e Revistas da Internet da Ciberlandia, Linux Magazines (versão inglesa), Linux Formats e Revistas do Linux espanholas. Com o tempo vão-se desactualizando, como é óbvio, mas muitas tem sempre boas dicas e assuntos interessantes intemporais.
Mas preciso de espaço e entrego-as a quem lhes possa ser útil, de preferência em mãos e pela capital. A quem interessar é só mandar um email ao RedTuxer. Como pagamento estou receptivo para um chá frio de cevada ou um cafézinho bem tirado....

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27 de Abril, 2009 - 18:45

Foto: Miguel Reis

Terminator Salvation vai ser mesmo PG-13 Por: Miguel Reis 27 de Abril, 2009 - 14:57

Warner Bros 1, McG 0. "Terminator Salvation" foi confirmado oficialmente como o primeiro filme da saga com esta classificação que permite o visionamento seguro a miúdos e crianças. Lá se vão os "fucks", o sangue e as mamocas que McG tinha prometido em entrevistas diversas. Começa o descalabro?

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27 de Abril, 2009 - 14:57

26 de Abril de 2009

Foto: Miguel Reis

20 Anos de Empire Por: Miguel Reis 26 de Abril, 2009 - 17:18


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26 de Abril, 2009 - 17:18

Foto: Crimson Tuxer

Amarok 1.4 Por: Crimson Tuxer 26 de Abril, 2009 - 14:30

Com a nova versão do Ubuntu (Jaunty), o Amarok 2 também foi disponibilizado nos repositórios oficiais...

Eu, pessoalmente, ainda não gosto desta versão do Amarok, independentemente das virtudes que tem. Para mim, o Amarok 1.4 continua a dar 15-0 a este versão. Não vou discutir virtudes ou as minhas razões, mas se partilharem da minha preferência, este post é para voces.

Para repor a versão 1.4 é necessário adicionar 2 novas entradas ao sources.list, sendo que para o fazer poderá usar o vi ou o gedit:

sudo gedit /etc/apt/sources.list

e adicionar o seguinte:

deb http://ppa.launchpad.net/bogdanb/ppa/ubuntu jaunty main
deb-src http://ppa.launchpad.net/bogdanb/ppa/ubuntu jaunty main


Posteriormente:

sudo apt-get update
sudo apt-get upgrade ou sudo apt-get install amarok14


Boas músicas!
CrimsonTuxer

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26 de Abril, 2009 - 14:30

Foto: Red Tuxer

Full Circle Magazine, 24 Por: Red Tuxer 26 de Abril, 2009 - 12:32

Saiu mais uma edição da revista Full Circle Magazine, a edição 24:


Neste mês:

  • Command and Conquer - Cron.
  • How-To : Programar em C - Parte 8; Espalhando o Ubuntu - Parte 3 e Inkspace - Parte 1
  • Minha história - Avó vai às compras e traduções chinesas
  • Entrevista MOTU - James Westby
  • E muito mais...

Fonte e download

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26 de Abril, 2009 - 12:32

Foto: Red Tuxer

Foi sem querer, acontece todos os dias… Por: Red Tuxer 26 de Abril, 2009 - 12:27


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26 de Abril, 2009 - 12:27

25 de Abril de 2009

Foto: Red Tuxer

O update do update :) Por: Red Tuxer 25 de Abril, 2009 - 22:16

updates windows

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25 de Abril, 2009 - 22:16

Foto: Miguel Reis

Natasha Richardson (1963 – 2009) Por: Miguel Reis 25 de Abril, 2009 - 11:48


Natasha Richardson passou grande parte da sua vida a ser rotulada. Primeiro, como filha de Vanessa Redgrave ou do realizador Tony Richardson; mais tarde, como esposa de Liam Neeson e irmã de Joely Richardson. Apesar dessa pesada “bagagem familiar”, o talento e a paixão para o cinema – e para o teatro, a sua arte de eleição – não tiveram nunca margem de manobra para serem confundidos ou atribuídos a factores alheios. Longe de alcançar a fama e a projecção mediática daqueles que amava, Natasha foi sempre, e apesar de tudo, uma estrela cintilante. Faleceu no passado dia 18 de Março, na sequência de um acidente ocorrido durante uma lição de ski, numa estância de férias canadiana. Segue, em tom de homenagem, uma breve análise a algumas das obras cinematográficas e teatrais que marcaram a sua carreira.

NELL (1994)

O seu papel em Nell não era o mais dramático. Esse pertencia a Jodie Foster, uma adolescente rebelde que cresceu isolada do mundo nas montanhas de um estado interior dos Estados Unidos da América. Mas Natasha espremeu ao máximo a sua personagem secundária e, enquanto psicóloga – o seu colega de gabinete era Liam Neeson, com que havia de se casar um ano depois – ensina a personagem de Foster a falar. Uma interpretação muito interessante, apenas sombreada pelo brilhantismo de uma actriz que já nada tinha a provar ao mundo.

THE PARENT TRAP PAI PARA MIM... MÃE PARA TI (1998)

Natasha nunca foi tão charmosa como no remake do clássico da Disney da década de sessenta “The Parent Trap”, uma fábula divertida sobre duas irmãs gémeas, separadas à nascença, que conhecem-se por acaso num campo de férias e orquestram um plano para reunir os seus pais. Com a então atinada Lindsay Lohan a brilhar nos papéis principais, a Richardson coube a tarefa de desempenhar o papel de mãe, num enquadramento britânico desempenhado perto da perfeição, naquela que talvez tenha sido a sua obra de maior impacto comercial em Hollywood.

TEATRO CABARET (1998)

Na mais brilhante representação da sua carreira, Natasha Richardson partiu corações no papel de Sally Bowles, uma cantora em plena era nazi que lida com uma gravidez inesperada e uma separação devastadora com a sua companheira bissexual. A sua actuação foi tão poderosa que lhe valeu um Tony – equivalente aos Óscares no mundo teatral – para Melhor Actriz. E a prova definitiva que Richardson era muito mais do que a senhora Neeson.

TEATRO CLOSER (1999)

Depois de ganhar um Tony pela sua actuação em Cabaret, Natasha foi rapidamente contratada para ser uma sedutora fotógrafa profissional em Closer, uma produção da Broadway que acabou por ganhar uma enorme projecção alguns anos mais tarde quando Mike Nichols a transformou em filme em 2003. O seu papel cinematográfico coube a Julia Roberts, mas diz quem viu ambos os trabalhos que Richardson foi muito mais crua e sexual em palco do que Roberts em fita.

MAID IN MANHATTAN ENCONTRO EM MANHATTAN (2002)

Na pele de Caroline Line, Natasha interpretava uma figura pública que tentava de mil e uma maneiras seduzir um candidato ao senado norte-americano (Ralph Fiennes), mas que acaba por perder a corrida para uma emprega de limpeza do hotel onde estava instalada em Manhattan. A empregada era Jennifer Lopez e o filme uma comédia romântica igual a tantas outras. Richardson conseguiu ser uma snob com estilo e roubar aos protagonistas algumas das cenas mais divertidas da obra.

THE WHITE COUNTESS A CONDESSA RUSSA (2005)

No derradeiro projecto da produtora Merchant-Ivory, Natasha contracenou com a sua mãe, Vanessa Redgrave, e com a sua tia, Lynn Redgrave, no papel de Sofia Belinsky, uma condessa russa expatriada em Shangai nos anos trinta. Viúva, Sofia sustenta a sua família através de trabalhos escuros de prostituição e espectáculos regulares enquanto dançarina erótica. Até ao dia em que conhece um americano cego (Ralph Fiennes), que se apaixona pelo seu tacto e faz dela responsável por um clube nocturno. Apesar das várias lacunas dramáticas do argumento, a interpretação de Natasha mereceu aplausos de todas as vertentes da indústria.

EVENING AO ANOITECER (2007)

Pela segunda vez na sua carreira, Natasha contracenou com a sua mãe, desta vez num filme do húngaro Lajos Koltai. Tal como na vida real, também no filme Natasha é filha de Redgrave, que interpreta uma mulher sem forças, que passa o que resta da sua vida na sua cama, à espera que a morte chegue. Impotente junto à cama da mãe, a personagem de Richardson consegue alguns momentos de deixar um nó na garganta aos mais duros cinéfilos.

Artigo publicado na edição 14 da Take Cinema Magazine.

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25 de Abril, 2009 - 11:48

24 de Abril de 2009

Foto: Miguel Reis

Quantum of the Incredibles Por: Miguel Reis 24 de Abril, 2009 - 22:30


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24 de Abril, 2009 - 22:30

23 de Abril de 2009

Foto: Red Tuxer

Twitter Por: Red Tuxer 23 de Abril, 2009 - 20:00


Mais um cartoon roubado do Nadaver.com

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23 de Abril, 2009 - 20:00

Foto: Red Tuxer

Em Abril, leituras mil… Por: Red Tuxer 23 de Abril, 2009 - 19:52

Foi lançado este mês o número 1 da revista digital Espírito Livre, magazine que trata de assuntos sobre software livre, cultura geek e temas relacionados. Conteúdo de qualidade é o que a equipa promete, periodicidade mensal e de download gratuito a acompanhar.

A equipe liderada por João Fernando, da Iniciativa Espírito Livre, é composta ainda por Hélio Ferreira na edição de arte, e como colunistas e responsáveis por artigos estão Cezar Taurion (IBM), Alexandre Oliva (FSFLA), Jomar Silva (ODF Alliance), Roberto Salomon (IBM), Edgard Costa (BrOffice.org), David Ferreira (CDLivre), Cárlisson Gaudino, Lázaro Reinã, entre outros. A revista ainda conta com Rodrigo Leão e sua tirinha do Lino e Wino, e Kárlisson com o seu já popular Nérdson não vai à Escola. Eventos de software livre e afins também tem lugar garantido na agenda e em outros locais de destaque da revista. Caso seja responsável por algum evento, entre em contato conosco. A matéria de capa é sobre Computação em Nuvem e a entrevista de estréia é com Pau Garcia-Milà, criador do conhecido sistema operacional web eyeOS.


Fonte e download.

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23 de Abril, 2009 - 19:52

Foto: Red Tuxer

Vem um pouco de calor e elas parecem os lagartos ao sol… Por: Red Tuxer 23 de Abril, 2009 - 18:52




Estas chegaram-me por mail, autor desconhecido.

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23 de Abril, 2009 - 18:52